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	<title>Blog do Varejo</title>
	<link>http://blog.aprovare.com.br</link>
	<description>Blog da Associação dos Profissionais do Varejo</description>
	<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 13:28:00 +0000</pubDate>
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		<title>Coop tem novos centros de distribuição</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 12:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Notícias e Novidades</category>

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		<description><![CDATA[
A Cooperativa de Consumo (Coop) anunciou ontem a inauguração de duas
unidades de distribuição em Santo André, Grande São Paulo, já no início do
próximo ano. Uma delas será inaugurada na Vila Palmares e a outra, na Vila
Metalúrgica, anexa do Centro de Distribuição. Ambas terão cerca
de 1.100 metros quadrados de área de atendimento e mix de 17.400 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/foto_154.jpg" alt="foto 154 - foto 154" title="foto 154 - foto 154" /><br />
A Cooperativa de Consumo (Coop) anunciou ontem a inauguração de duas<br />
unidades de distribuição em Santo André, Grande São Paulo, já no início do<br />
próximo ano. Uma delas será inaugurada na Vila Palmares e a outra, na Vila<br />
Metalúrgica, anexa do Centro de Distribuição.<a id="more-313"></a> Ambas terão cerca<br />
de 1.100 metros quadrados de área de atendimento e mix de 17.400 itens, dos<br />
quais 7.000 da área de drogaria. Com esses dois novos investimentos, a<br />
Cooperativa passará a contar com 28 pontos de distribuição, 12 dos quais no<br />
Município Santo André.Segundo o presidente da Coop, Antonio José Monte, nos<br />
próximos cinco anos está prevista a inauguração de cinco unidades de<br />
distribuição por ano, preferencialmente nas cidades onde a cooperativa já<br />
esteja implantada. Em 2013, a previsão é ter 50 lojas.A Coop detém 25% de<br />
mercado na região do ABC e ocupa o 11º lugar no ranking da Associação<br />
Brasileira de Supermercados (Abras), com receita de R$ 1,10 bilhão,<br />
representando em valores nominais uma variação positiva de 6,14% em relação<br />
a 2006. Neste ano a previsão é fechar o faturamento com 10% de crescimento<br />
em relação a 2007.Criada em 1954 por 292 funcionários da Rhodia, a Coop<br />
comemora neste ano 54 anos de fundação e possui atualmente mais de 1,4<br />
milhão de cooperados, pelo que é considerada a maior cooperativa de consumo<br />
da América Latina.<br />
fonte: Jornal DCI<br />
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]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vendas do varejo crescem 9,4% em um ano, aponta IBGE</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 12:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Notícias e Novidades</category>

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		<description><![CDATA[
As vendas do comércio varejista subiram 9,4% em setembro na comparação com o
mesmo mês do ano passado, segundo divulgou nesta terça-feira, 18, o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As estimativas dos
analistas ouvidos pela Agência Estado variavam de 3,90% a 13%, com mediana
de 8,60%.
Em setembro ante agosto, as vendas subiram 1,2%, na série com ajuste
sazonal. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/pdv_0.jpg" alt="pdv 0 - pdv 0" title="pdv 0 - pdv 0" /><br />
As vendas do comércio varejista subiram 9,4% em setembro na comparação com o<br />
mesmo mês do ano passado, segundo divulgou nesta terça-feira, 18, o<br />
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As estimativas dos<br />
analistas ouvidos pela Agência Estado variavam de 3,90% a 13%, com mediana<br />
de 8,60%.<a id="more-312"></a><br />
Em setembro ante agosto, as vendas subiram 1,2%, na série com ajuste<br />
sazonal. Neste caso, o resultado veio dentro das expectativas (de -0,30% a<br />
4,40%) e acima da mediana de 0,95%. No ano, as vendas do comércio acumulam<br />
alta de 10,4% e em 12 meses, de 10,3%.<br />
A atividade que registrou maior crescimento nas vendas do comércio varejista<br />
em setembro ante agosto foi equipamentos e materiais de informática (6,9%),<br />
que foi também o principal destaque na comparação com setembro do ano<br />
passado (50,6%).<br />
Todas as dez atividades do varejo pesquisadas pelo IBGE mostraram resultados<br />
positivos em todas as bases de comparação em setembro. A principal<br />
influência de alta para o crescimento de 9,4% nas vendas ante setembro de<br />
2007 foi dada por móveis e eletrodomésticos cujas vendas aumentara 21,3% e<br />
contribuíram com 3,3 ponto percentual ou 35% do crescimento total do varejo<br />
no período.<br />
A atividade de hiper,supermercados, produtos alimentícios e bebidas, que tem<br />
o maior peso na pesquisa, registrou aumento nas vendas de 0,6% em setembro<br />
ante agosto e de 1,4% ante setembro de 2007.<br />
O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista<br />
registrou um aumento de 0,80% no trimestre encerrado em setembro, ante o<br />
terminado em agosto. Em agosto, o índice havia sido de 0,79%.<br />
Fonte: AE</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Gigantes do comércio seguram repasses</title>
		<link>http://blog.aprovare.com.br/2008/11/17/gigantes-do-comercio-seguram-repasses/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 20:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Notícias e Novidades</category>

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		<description><![CDATA[
A crise financeira internacional, a valorização do dólar, o aumento dos
custos de importação, e mesmo a redução da liquidez nos mercados, que
comprometeu o crédito, ainda não foram suficientes para mudar os mecanismos
de negociação das gigantes do varejo.  Esperançosos quanto às
vendas para o Natal, redes como Extra Eletro, Lojas Insinuante e Ricardo
Eletro mantêm firme sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/foto_153.jpg" alt="foto 153 - foto 153" title="foto 153 - foto 153" /><br />
A crise financeira internacional, a valorização do dólar, o aumento dos<br />
custos de importação, e mesmo a redução da liquidez nos mercados, que<br />
comprometeu o crédito, ainda não foram suficientes para mudar os mecanismos<br />
de negociação das gigantes do varejo. <a id="more-311"></a> Esperançosos quanto às<br />
vendas para o Natal, redes como Extra Eletro, Lojas Insinuante e Ricardo<br />
Eletro mantêm firme sua postura de negociação e afirmam que não haverá<br />
repasses de preços ao consumidor. </p>
<p>Segundo Marcelo Cavalieri Müller, gerente de linha branca do Extra Eletro<br />
(Grupo Pão de Açúcar), a rede fechou suas compras para o Natal conforme o<br />
planejando, no final de agosto. Eram momentos de clara bonança, o que<br />
refletiu em um aumento no número de pedidos em relação ao ano anterior.<br />
&#8220;Procuramos antecipar os pedidos para dar uma previsibilidade à indústria e<br />
não haver falta de produto, até porque acreditamos que as vendas serão<br />
boas.&#8221; </p>
<p>Apesar de os volumes estarem fechados, os contratos firmados com a indústria<br />
prevêem algumas correções. &#8220;A cada mês podemos aumentar ou diminuir o número<br />
de pedidos, dependendo do desempenho de cada linha&#8221;, disse Müller. Já quanto<br />
aos preços, não têm negociação. &#8220;Fechamos volume e preços, não tem repasse.&#8221;</p>
<p>Müller admitiu que havia uma expectativa da indústria de linha de branca de<br />
conseguir repassar os custos, devido ao aumento no preço do aço há cerca de<br />
quatro meses, mas isso não se concretizou, ao menos no grande varejo. </p>
<p>A rede mineira Ricardo Eletro, por exemplo, faz compras mensais de<br />
mercadorias, de modo a permitir o giro do estoque. &#8220;Essa é uma estratégia de<br />
mercado e não tem a ver com a crise econômica atual&#8221;, afirmou a diretora de<br />
compras e marketing, Sônia Trindade. </p>
<p>A baiana Lojas Insinuante, quarta maior rede de varejo do País, com 250<br />
lojas e faturamento de R$ 1 bilhão, também manteve as programações firmadas<br />
para o final de ano, porque têm boas expectativas em relação às vendas no<br />
período natalino. &#8220;Esperamos um incremento de 10% a 13% de crescimento este<br />
ano&#8221;, afirma o diretor comercial Rodolfo Ribeiro. </p>
<p>Segundo ele, as negociações com a indústria foram de conciliação. &#8220;Cada lado<br />
baixou um pouco o resultado e assim conseguimos manter os preços de venda&#8221;,<br />
disse. O objetivo da rede é manter os planos de pagamento em até 24 vezes<br />
sem entrada com taxas de juros que variam de 3,9% e 6,9% ao mês de acordo<br />
com o produto e a promoção, e sem juros em até 10 vezes nos cartões.<br />
Fonte: Gazeta Mercantil</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Empresas investem nos clientes antigos</title>
		<link>http://blog.aprovare.com.br/2008/11/17/empresas-investem-nos-clientes-antigos/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 13:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Notícias e Novidades</category>

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		<description><![CDATA[
Há duas semanas, o varejo viveu, segundo Luiza Helena Trajano,
superintendente do Magazine Luiza, o pior momento de vendas dos últimos
anos. Para sair do sufoco diante da falta de compradores, ela correu atrás
dos consumidores fiéis. Por meio de uma rápida campanha em rádio, convocou
os &#8220;clientes ouro&#8221; - os bons pagadores do seu cadastro - para que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/sacola.jpg" alt="sacola - sacola" title="sacola - sacola" /><br />
Há duas semanas, o varejo viveu, segundo Luiza Helena Trajano,<br />
superintendente do Magazine Luiza, o pior momento de vendas dos últimos<br />
anos. Para sair do sufoco diante da falta de compradores, ela correu atrás<br />
dos consumidores fiéis. Por meio de uma rápida campanha em rádio, convocou<br />
os &#8220;clientes ouro&#8221; - os bons pagadores do seu cadastro - para que fossem às<br />
lojas abertas com exclusividade para eles no domingo.<a id="more-310"></a> Resultado:<br />
faturou R$ 10 milhões em apenas cinco horas. Salvou a semana.A ação de<br />
marketing do Magazine Luiza mostra uma tendência que deve ganhar espaço<br />
nesse período de desaquecimento da economia. Para garantir negócios em época<br />
de retração de consumo, as empresas tendem a gastar maior parcela da verba<br />
de propaganda com o cliente cativo. Há um cálculo do americano Philip<br />
Kotler, espécie de guru do marketing, mostrando que a conquista de um novo<br />
cliente requer investimentos entre cinco e sete vezes maiores do que a<br />
manutenção do cliente da base.&#8221;O custo para se conquistar novos clientes<br />
está ficando exorbitante&#8221;, admite Hugo Janeba, vice-presidente de marketing<br />
da Vivo. É bem verdade que, no caso das operadoras de telefonia, a acirrada<br />
disputa por espaço no mercado, em especial com a chegada da concorrente Oi a<br />
São Paulo, mais do que justifica cuidados para evitar a debandada de<br />
consumidores. A Vivo pôs no ar na semana passada uma campanha criada pela<br />
agência Young &#038; Rubicam que procura justamente valorizar sua parceria com<br />
clientes. &#8220;O comercial mostra como queremos ficar mais próximos&#8221;, diz Janeba<br />
&#8220;Nosso próximo passo será demonstrar isso na prática. Temos de valorizar a<br />
base que nos sustenta&#8221;. A nova etapa da campanha da Vivo, que entra no ar<br />
esta semana, vai informar que todas as ofertas feitas para os novos clientes<br />
serão também extensivas aos antigos. &#8220;Não tem nada mais irritante do que<br />
você comprar um tênis e passar uma semana depois na loja e ver que ele está<br />
sendo oferecido pela metade do preço&#8221;, diz. Casais felizes se abraçando<br />
enquanto andam pela praia e crianças sorridentes correndo atrás de<br />
cachorrinhos em longas cenas que pretendem passar descontração e alegria<br />
devem dar lugar a uma safra de comerciais mais práticos, pontuados por<br />
propostas bem objetivas. &#8220;Será natural as campanhas tentarem conciliar a<br />
idéia de proximidade da marca do anunciante - no estilo olha como eu sou<br />
importante para você - com as necessidades da vida real, como as vantagens<br />
de preços&#8221;, diz Alexandre Gama, presidente da NeogamaBBH.Nessa mesma linha,<br />
Isabelle Perelmuter, vice-presidente de planejamento da FischerAmérica, diz<br />
que, em que momentos de crise econômica, os canais de mídia de massa<br />
tornam-se caros para os anunciantes. Por isso, o caminho mais eficiente para<br />
aplicar os recursos mais escassos é procurar a eficiência das vendas. O que,<br />
para os publicitários, pode também ser pautada por um trabalho paralelo de<br />
valorização da marca. &#8220;O jornal The New York Times publicou recentemente um<br />
trabalho pioneiro que quantificou a relação entre lealdade, lucros e<br />
crescimento&#8221;, conta Isabelle para reforçar a onda da preservação dos<br />
clientes fiéis presente atualmente no radar das empresas. &#8220;O estudo<br />
demonstra as vantagens econômicas de fidelizar consumidores. Em um dos<br />
exemplos apresentados, a empresa reduz em 5% sua perda de clientes e, com<br />
isso, aumenta a lucratividade em 35%.&#8221; O levantamento, segundo explica a<br />
publicitária, conclui que um cliente leal custa menos - por itens que vão<br />
dos gastos menores com anúncios para chamar a sua atenção até a economia com<br />
comissão de vendas e a avaliação de crédito. Isso, sem contabilizar o fato<br />
de que os clientes são simpáticos a testar ofertas de novos produtos da<br />
marca que compram, influenciam outros consumidores e chegam a pagar até 20%<br />
a mais pelos rótulos que confiam.Calejado por experiências de outros<br />
momentos de retração econômica, Cyd Alvarez, presidente da agência NBS,<br />
reconhece que, em cenários mais restritivos, há razões para os anunciantes<br />
abandonarem temporariamente as campanhas institucionais em prol das<br />
mensagens relevantes de vendas. &#8220;E, aí, fazer o cliente cativo gastar mais é<br />
potencializar resultados.&#8221;<br />
fonte: Jornal O Estado de S.Paulo</p>
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		</item>
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		<title>Sonho de consumo do Natal está na TV de LCD e no notebook</title>
		<link>http://blog.aprovare.com.br/2008/11/17/sonho-de-consumo-do-natal-esta-na-tv-de-lcd-e-no-notebook/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 12:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Notícias e Novidades</category>

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		<description><![CDATA[
O gerente de recursos humanos Márcio Rodrigues da Silva, 37 anos, sabe
exatamente quanto tem que pagar pelas parcelas do imóvel que comprou na
Lapa, zona oeste de São Paulo, a ser entregue em 2011. Dono de casa própria,
ele não vê problema em se endividar um pouco mais e usar a primeira parte do
13º salário para adquirir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/.resized_foto_152.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/foto_152.jpg',458,352,'foto 152 - foto 152'); return false;"><img src="http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/.resized_foto_152.jpg" alt="foto 152 - foto 152" title="foto 152 - foto 152" /></a><br />
O gerente de recursos humanos Márcio Rodrigues da Silva, 37 anos, sabe<br />
exatamente quanto tem que pagar pelas parcelas do imóvel que comprou na<br />
Lapa, zona oeste de São Paulo, a ser entregue em 2011. Dono de casa própria,<br />
ele não vê problema em se endividar um pouco mais e usar a primeira parte do<br />
13º salário para adquirir uma TV de LCD (tela de cristal líquido) de 42<br />
polegadas, que custa mais de R$ 5 mil.<a id="more-309"></a> &#8220;Se for parcelado, cabe no<br />
orçamento&#8221;, diz ele, que estava na manhã de sexta-feira na megastore do<br />
Ponto Frio, em São Paulo.  Silva estava comprando um multifuncional -<br />
aparelho que reúne impressora, &#8220;scanner&#8221; e copiadora, em quatro vezes no<br />
cartão. Assim como ele, muitos brasileiros permanecem imunes à turbulência<br />
global que sacode o mercado financeiro e faz com que as empresas revejam<br />
suas estratégias. Para esses consumidores, este é o momento de preparar a<br />
casa e comprar presentes.  Os varejistas, por sua vez, apostam em produtos<br />
que evoluíram em tecnologia, e preço, em relação ao Natal passado. A TV de<br />
tubo de tela plana anunciada em dezembro de 2007, por exemplo, cedeu lugar<br />
ao aparelho de LCD de alta definição acima de 30 polegadas. E o sonho de<br />
instalar um computador de mesa (desktop) se transformou na vontade de ter um<br />
microcomputador portátil, ou notebook, de preferência com alta velocidade de<br />
conexão.  &#8220;O crédito para o setor produtivo apertou, mas ainda está<br />
disponível para o consumidor&#8221;, diz Marcelo Lopes, diretor da cadeia de<br />
suprimentos do Grupo Pão de Açúcar, que neste Natal aumentou de dois para<br />
seis o número de centros de distribuição (CDs) sazonais instalados para<br />
apoiar os 18 fixos. Neste processo adicional de estocagem, o grupo está<br />
investindo R$ 20 milhões.  No Extra, a bandeira do Pão de Açúcar para<br />
eletroeletrônicos, eletrodomésticos e eletroportáteis, cerca de 40% do mix<br />
estará em oferta neste final de ano, com descontos entre 30% e 40% à vista.<br />
Em itens de maior valor, como computadores e TVs, a rede vai oferecer<br />
parcelamento em 15 vezes sem juros. &#8220;Só em TVs de LCD, vamos dobrar o volume<br />
em relação ao Natal passado&#8221;, diz Ramatis Rodrigues, diretor executivo do<br />
grupo.  O Carrefour também tem metas ousadas para os eletrônicos top de<br />
linha. &#8220;A receita das categorias de computadores e TVs será alavancada em<br />
até 45% neste fim de ano a partir da venda de notebooks e dos aparelhos de<br />
plasma e LCD&#8221;, diz Luiz Fernando Rego, diretor da divisão eletro do<br />
Carrefour. A varejista francesa e a Casas Bahia acreditam que a venda de TV<br />
de plasma, que despontou em 2007, vai crescer este ano. Tanto LCD quanto<br />
plasma são tecnologias de alta definição de imagem mas, para especialistas,<br />
o plasma será superado pelo LCD, que oferece mais qualidade e é mais barato<br />
para produzir. &#8220;Apesar de ser bem mais cara, prefiro a LCD à TV de plasma,<br />
que deixa &#8216;manchas&#8217; na tela&#8221;, diz Silva, cliente do Ponto Frio.  A rede<br />
carioca, controlada pela Globex, está empenhada em convencer o consumidor a<br />
fazer novas dívidas com o 13º salário. Acaba de lançar a promoção<br />
&#8220;Descontaço&#8221;, que abrange todas as categorias. &#8220;Temos uma câmera digital de<br />
cinco megapixels, por exemplo, que passou de R$ 299 para R$ 120&#8243;, diz a<br />
diretora de marketing do Ponto Frio, Valéria Carreti. O megapixel indica<br />
quanto a imagem pode ser ampliada; hoje, as câmeras mais avançadas têm 13<br />
megapixels. Por conta do dólar, o preço dos itens de informática subiu até<br />
15% na rede, diz Marcos Vignal, diretor comercial do Ponto Frio. O<br />
executivo, porém, diz que a alta já foi assimilada e que a discussão sobre a<br />
crise mundial ainda não causa impacto sobre as vendas.  &#8220;O clima lúdico do<br />
Natal tende a desviar a atenção do público do assunto&#8221;, diz Vignal, que<br />
aponta o período entre a segunda quinzena de novembro e a primeira semana de<br />
dezembro como o tempo em que o consumidor &#8220;arruma a casa&#8221;. &#8220;Depois disso,<br />
ele parte para os presentes&#8221;, diz o executivo, que vem observando demanda em<br />
ascensão por outros produtos mais sofisticados, como lavadora de roupa,<br />
geladeira &#8220;frost free&#8221; (que dispensa degelo) e fogão cooktop (de mesa).  Em<br />
teleconferência com analistas na sexta-feira, o presidente do Ponto Frio,<br />
Manoel Amorim, disse que, a 40 dias do Natal, alguns varejistas ainda travam<br />
queda-de-braço com a indústria e não têm garantia de fornecimento para a<br />
data. As maiores pressões vêm da informática, que repassou um dólar de R$<br />
2,10 para os preços, disse. &#8220;O Ponto Frio decidiu aceitar os reajustes a<br />
entrar numa guerra&#8221;. A rede exigiu, porém, três contrapartidas: fornecimento<br />
preferencial para o Natal, prazos mais longos de pagamento e &#8220;proteção de<br />
margem de lucro&#8221;. Nessa última cláusula, a rede quer que o fornecedor lhe<br />
garanta descontos caso algum concorrente &#8220;faça gracinhas com o preço&#8221;, disse<br />
Amorim.  Pronta para entrar com campanhas massivas em São Paulo e no Rio<br />
para anunciar as duas megalojas Super Casas Bahia, que estreiam dia 21 em<br />
São Paulo e dia 5 no Rio, a líder do varejo no país está certa de que os<br />
&#8220;produtos de alta tecnologia&#8221; terão demanda garantida neste Natal. No Rio, a<br />
primeira edição do evento terá como garoto-propaganda o ator e cantor<br />
Evandro Mesquita.<br />
fonte: Jornal Valor Econômico<br />
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		<title>Em resposta às Casas Bahia, a Marabraz lança móvel a R$ 1</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 13:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Notícias e Novidades</category>

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		<description><![CDATA[
A Marabraz anunciou ontem uma campanha pela qual venderá móveis a R$ 1,00. A
ação foi lançada um dia depois de Casas Bahia, a maior varejista de móveis e
eletrodomésticos do País, inaugurar a sua primeira loja na Favela de
Paraisópolis, em São Paulo, estratégia que reforça o foco que a empresa tem
nas classes menos abonadas da população.Segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/foto_151.jpg" alt="foto 151 - foto 151" title="foto 151 - foto 151" /><br />
A Marabraz anunciou ontem uma campanha pela qual venderá móveis a R$ 1,00. A<br />
ação foi lançada um dia depois de Casas Bahia, a maior varejista de móveis e<br />
eletrodomésticos do País, inaugurar a sua primeira loja na Favela de<br />
Paraisópolis, em São Paulo, estratégia que reforça o foco que a empresa tem<br />
nas classes menos abonadas da população.<a id="more-308"></a>Segundo a companhia,<br />
desde o início da semana as lojas da rede estão trabalhando com essa<br />
promoção em que o consumidor que comprar um dos produtos escolhidos no dia<br />
poderá levar outro item por apenas R$ 1,00.A campanha &#8220;Móveis a R$ 1,00&#8243;<br />
será realizada até o dia 22 de novembro ou enquanto durarem os estoques, e<br />
os itens disponíveis vão de móveis para quarto, sala e cozinha a<br />
infanto-juvenis.Os móveis que participarão da ação são anunciados em<br />
propaganda exibida em televisão aberta e rádio de São Paulo, a campanha<br />
anuncia uma oferta válida para o dia seguinte. Além da possibilidade de<br />
poder levar um segundo produto por R$ 1,00, o cliente pode parcelar o<br />
pagamento em até 12 vezes no cartão de crédito, 24 vezes no carnê ou 48<br />
vezes no cartão de débito.De capital 100% nacional, a Marabraz tem mais de<br />
100 unidades e cerca de 2.000 funcionários em São Paulo.<br />
fonte: Jornal DCI<br />
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]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Caixa libera R$ 2 bilhões para varejistas</title>
		<link>http://blog.aprovare.com.br/2008/11/13/caixa-libera-r-2-bilhoes-para-varejistas/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 13:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Notícias e Novidades</category>

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		<description><![CDATA[
A ajuda do governo para tentar minimizar os efeitos da crise internacional
chega agora ao varejo. A Caixa Econômica Federal lançou uma linha de R$ 2
bilhões destinada principalmente a pequenos e médios varejistas para o
financiamento de bens de consumo, como eletrodomésticos, eletrônicos, móveis
e material de construção. O montante representa 17% do volume de
recursos destinado a pessoa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/.resized_money.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/money.jpg',548,509,'money - money'); return false;"><img src="http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/.resized_money.jpg" alt="money - money" title="money - money" /></a><br />
A ajuda do governo para tentar minimizar os efeitos da crise internacional<br />
chega agora ao varejo. A Caixa Econômica Federal lançou uma linha de R$ 2<br />
bilhões destinada principalmente a pequenos e médios varejistas para o<br />
financiamento de bens de consumo, como eletrodomésticos, eletrônicos, móveis<br />
e material de construção.<a id="more-307"></a> O montante representa 17% do volume de<br />
recursos destinado a pessoa física para aquisição de bens em setembro (R$<br />
11,7 bilhões), exceto veículos, segundo o Banco Central.Com foco na<br />
população de baixa renda, o limite do financiamento é de R$ 10 mil, com<br />
pagamento em até 24 meses.Não haverá juros para o varejista, e a taxa<br />
cobrada ao cliente será decidida com o banco, de acordo com o mercado de<br />
cada lojista, no intuito de acirrar a concorrência no setor.As parcelas<br />
poderão ser pagas por meio de boleto bancário ou com débito em conta<br />
corrente, para os clientes da Caixa.Milton Kruger, superintendente de<br />
clientes de renda básica da CEF, nega pressões políticas e afirma que a<br />
linha vinha sendo elaborada há mais de um ano e não foi criada por causa da<br />
crise. O objetivo, diz, é liberar o capital de giro dos comerciantes, que<br />
vinha sendo usado para financiar a compra dos clientes, para expansão das<br />
lojas ou aquisição de produtos.Ontem, quatro varejistas -América Móveis<br />
(SC), Tradição Móveis (PE), Certel (RS) e Baú Crediário (SP)- assinaram<br />
contratos com a Caixa. Esse último faz parte do Grupo Sílvio Santos e tem 11<br />
lojas no Estado.Segundo o presidente do Baú, Luiz Sandoval, a crise ainda<br />
não provocou queda nas vendas da rede. A parceria que tinha com o<br />
PanAmericano, também do grupo, havia sido trocada por outra financeira, mas<br />
a rede agora vai atuar apenas com a Caixa.O economista da Fecomercio-SP,<br />
Altamiro Carvalho, diz que o pequeno varejista sempre teve dificuldades em<br />
competir com as grandes redes, que fazem parcerias com bancos e financeiras.<br />
Ele ressalta que o principal entrave ao consumo não deve ser a falta de<br />
crédito, mas a cautela do consumidor em ir às compras com a crise. Pesquisa<br />
feita pela federação em outubro sobre os efeitos da turbulência mostrou que<br />
desemprego e inflação lideram os temores dos paulistanos.Para Alencar Burti,<br />
presidente da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), a medida da Caixa é<br />
importante também por deixar o pequeno empresário mais seguro, afastando<br />
receios sobre redução de pessoal, &#8220;o que seria um tiro no pé&#8221;.As vendas de<br />
material de construção, que vinham com alta de 9,5% no acumulado do ano até<br />
setembro, caíram para 9% com a inclusão de outubro e devem ceder ainda mais<br />
em novembro, de acordo com o presidente da Anamaco (associação dos<br />
comerciantes do setor), Cláudio Elias Conz.Em Manaus, segundo o sindicato<br />
dos metalúrgicos local, houve 1.733 demissões no setor industrial em<br />
outubro, 95% a mais do que no mesmo mês do ano passado. &#8220;O crédito difícil e<br />
caro era um inibidor das compras. Se a Caixa abre uma linha especial com<br />
juros menores ou facilitada, isso, sem dúvida alguma, é bem-vindo tanto pela<br />
indústria como pelo comércio&#8221;, disse Flávio Dutra, diretor-executivo da<br />
Federação da Indústria do Estado do Amazonas.<br />
fonte: Jornal Folha de S.Paulo</p>
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		<item>
		<title>Com expansão do cartão de débito, cheque perde espaço nas compras do brasileiro</title>
		<link>http://blog.aprovare.com.br/2008/11/13/com-expansao-do-cartao-de-debito-cheque-perde-espaco-nas-compras-do-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 10:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Notícias e Novidades</category>

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		<description><![CDATA[
Os cheques têm perdido espaço para os cartões de débito, sobretudo nas
compras de menor valor, até R$ 25. &#8220;O cartão de débito é um pequeno
concorrente do cheque&#8221;, afirmou o presidente da ABVCheque (Associação
Brasileira para a Valorização do Cheque), Carlos Alberto Pastor.
A ABVCheque é uma entidade recém-criada que tem como objetivo colher e
divulgar dados sobre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/foto_150.jpg" alt="foto 150 - foto 150" title="foto 150 - foto 150" /><br />
Os cheques têm perdido espaço para os cartões de débito, sobretudo nas<br />
compras de menor valor, até R$ 25. &#8220;O cartão de débito é um pequeno<br />
concorrente do cheque&#8221;, afirmou o presidente da ABVCheque (Associação<br />
Brasileira para a Valorização do Cheque), Carlos Alberto Pastor.<a id="more-306"></a><br />
A ABVCheque é uma entidade recém-criada que tem como objetivo colher e<br />
divulgar dados sobre o cheque. &#8220;Houve um crescimento do cheque no mercado, e<br />
não existia nenhuma entidade que coletava informações&#8221;, disse Pastor.<br />
Os cheques movimentaram, no segmento varejista, R$ 2,2 trilhões no ano<br />
passado, sendo que os cartões movimentaram um montante que representa apenas<br />
5% deste total. Dados de 2008 devem ser divulgados pela entidade nesta<br />
semana.<br />
Crescimento continuado<br />
De acordo com Pastor, o uso do cheques, mesmo com a concorrência dos<br />
cartões, tem crescido de maneira significativa no Brasil. A expectativa da<br />
entidade é de um aumento em volume movimentado de R$ 140 bilhões quando<br />
comparados os anos de 2007 e de 2008. &#8220;A grande verdade é que o mercado quer<br />
receber mais cheques, porque o cartão tem taxas&#8221;, disse o presidente da<br />
entidade.<br />
Ele afirmou que o brasileiro prefere o cheque, devido ao fato de não haver<br />
problemas parecidos com o limite do cartão de crédito. &#8220;O consumidor pode<br />
usar a renda dele, se ele quiser, para comprar um bem&#8221;, exemplificou. Além<br />
disso, as folhas permitem uma maior negociação com o lojista, quando são<br />
devolvidas, enquanto no cartão o cliente entra no rotativo e paga taxas<br />
altas de juros.<br />
Conforme disse Pastor, o cheque é usado com mais freqüência pela população<br />
até a classe média, em todos os tipos de varejo. Oficialmente, o tíquete<br />
médio é de R$ 437. Porém, ele explicou que as pessoas podem emitir mais de<br />
uma folha de cheque em uma aquisição.<br />
fonte: Info Money Pessoal</p>
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		<title>Inclusão digital eleva vendas da B2W</title>
		<link>http://blog.aprovare.com.br/2008/11/12/inclusao-digital-eleva-vendas-da-b2w/</link>
		<comments>http://blog.aprovare.com.br/2008/11/12/inclusao-digital-eleva-vendas-da-b2w/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 19:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Notícias e Novidades</category>

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		<description><![CDATA[
O grupo B2W, maior vendedor online do Brasil, viu seu faturamento crescer
35% no último trimestre. O grupo reúne as lojas Americanas.com, Submarino e
Shoptime. Juntas, as três lojas online faturaram no período de
agosto/setembro/outubro R$ 1,1 bilhão. 
O volume de vendas é 35% maior que o apontado no mesmo período de 2008.
De acordo com o balanço divulgado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/ecommerce_1.jpg" alt="ecommerce 1 - ecommerce 1" title="ecommerce 1 - ecommerce 1" /><br />
O grupo B2W, maior vendedor online do Brasil, viu seu faturamento crescer<br />
35% no último trimestre. O grupo reúne as lojas Americanas.com, Submarino e<br />
Shoptime. Juntas, as três lojas online faturaram no período de<br />
agosto/setembro/outubro R$ 1,1 bilhão. <a id="more-305"></a><br />
O volume de vendas é 35% maior que o apontado no mesmo período de 2008.<br />
De acordo com o balanço divulgado pela B2W, novos usuários das lojas<br />
responderam por 40% das vendas no período, indicando que a expansão na base<br />
de usuários de internet no Brasil beneficiou fortemente o comércio<br />
eletrônico.<br />
Por outro lado, usuários antigos têm comprado com menor assiduidade nas<br />
lojas online do grupo. A B2W avalia que o internauta brasileiro compre pela<br />
web apenas duas vezes por ano. Só para efeito de comparação, em mercados<br />
como o americano, este número sobre para dez compras por ano.<br />
Além de alta no faturamento, o lucro da B2W cresceu fortemente, graças a<br />
venda de produtos com maior margem. A lucratividade no período subiu 80% em<br />
relação ao trimestre anterior e ficou o período em R$ 26,9 milhões.<br />
fonte: INFO online<br />
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		</item>
		<item>
		<title>Varejo aposta no crescimento do País</title>
		<link>http://blog.aprovare.com.br/2008/11/12/varejo-aposta-no-crescimento-do-pais/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 13:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Notícias e Novidades</category>

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		<description><![CDATA[
A pouco menos de 50 dias de 2009, o mercado varejista já tem nas mãos a
perspectiva econômica do próximo ano, diante do cenário de crise, elaborada
por economistas com especialização no varejo. O crescimento do País deve
cravar a marca de 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB), a inflação é prevista
para 4,8% e o dólar deve se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/.resized_foto_149.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/foto_149.jpg',502,299,'foto 149 - foto 149'); return false;"><img src="http://blog.aprovare.com.br/up/a/ap/blog.aprovare.com.br/img/.resized_foto_149.jpg" alt="foto 149 - foto 149" title="foto 149 - foto 149" /></a><br />
A pouco menos de 50 dias de 2009, o mercado varejista já tem nas mãos a<br />
perspectiva econômica do próximo ano, diante do cenário de crise, elaborada<br />
por economistas com especialização no varejo. O crescimento do País deve<br />
cravar a marca de 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB), a inflação é prevista<br />
para 4,8% e o dólar deve se estabilizar no patamar de R$ 1,90<a id="more-304"></a>,<br />
disseram economistas, no Seminário do Crédito no Brasil, promovido pela<br />
Associação Comercial de São Paulo, ontem.O que ainda não é claro, porém, é a<br />
extensão e o tempo da crise no mercado interno, mas o varejo deve desaquecer<br />
devido à leve alta da taxa de desemprego, diz Alexandre Andrade,<br />
especialista em varejo da Tendências Consultoria. Ele crê que o mundo cresça<br />
3% em 2009, e que o crédito externo continuará escasso. &#8220;O Banco Central<br />
deve manter a taxa de juros alta para ajustar a demanda. Já estávamos<br />
crescendo acima da capacidade, e a crise ajudou o BC a frear o processo. Se<br />
o mercado não suavizasse, poderia haver pressão inflacionária. Acredito em<br />
manutenção da taxa Selic.&#8221;Para ele, o crescimento do Brasil será razoável,<br />
embora o crédito na praça seja menor ano que vem: &#8220;Os bancos têm mais<br />
dificuldade de captar dinheiro. Para pessoas físicas, o crescimento da<br />
oferta de crédito, que neste ano era de 16,1%, cairá para 13,2%. São taxas<br />
reais já descontado o efeito da inflação. Nas jurídicas, o sinal de que o<br />
crédito see retrairá é que em 2008 temos 21,9% e isto cairá para 12,7%. É<br />
bastante expressivo um crescimento de 13%. Na macroeconomia, vejo que a<br />
inflação deva chegar a 4,8% e o PIB 3,2%&#8221;.Segundo Andrade, ano que vem o<br />
mercado varejista deve desaquecer-se devido a uma leve alta da taxa de<br />
desemprego. Para ele os efeitos da crise ainda não chegaram ao mercado de<br />
trabalho, mas no ano que vem devem impactar. &#8220;As restrições de crédito devem<br />
afetar principalmente o mercado automobilístico. As classes C e D começaram<br />
a ter acesso ao crédito e o que percebemos é que os carros populares já<br />
sofrem alguma redução de venda. Não há mais financiamentos de 90 meses; hoje<br />
são 36 vezes.&#8221;O economista destaca que a venda de carros estava muito<br />
acelerada, nem os executivos acreditavam nos patamares. O setor varejista<br />
deve sofrer desaceleração, pois as vendas, principalmente as voltadas aos<br />
bens duráveis, dependem de crédito.&#8221;Prevemos redução do crescimento. Antes,<br />
era de 6,5% e agora trabalhamos com a margem de 5,2%. No caso de alimentos e<br />
supermercados, que dependem mais de renda e menos de crédito, não haverá<br />
tantas perdas. As pessoas não param de comer, mas podem comer menos. As<br />
matérias-primas podem forçar os preços.&#8221;Para o especialista, nas redes de<br />
food service, não há previsão de retração. &#8220;O cenário é brando.Se não<br />
houvesse crise, ninguém pararia de investir. O mercado domestico continua a<br />
puxar a economia ainda&#8221;, crê. Mesmo assim, Andrade é otimista. &#8220;Diante da<br />
crise, empresários e população ficam apreensivos, mas o Brasil está<br />
preparado para enfrentar choques externos. Os números não são ruins. Ficamos<br />
três décadas sem crescer, mas nos últimos cinco anos crescemos de forma<br />
robusta.&#8221;<br />
Crises<br />
Para Nathan Blanche, sócio diretor da Tendências, o Brasil sempre sofreu<br />
crises internas. &#8220;Não sabemos os reflexos da crise, mas sou otimista, porque<br />
a crise que vivemos é uma crise de ajustes da economia. Fazemos parte dessa<br />
festa e temos de pagar nossa parte. Quando compra um carro ou uma casa em 20<br />
anos, o consumidor torna-se um especulador, pois hipoteca seu salário de<br />
longo prazo. Usufruímos as poupanças externas. A inflação aleija, e o câmbio<br />
mata, por isto não devemos baixar juros e subir câmbio: gera-se pressão<br />
inflacionária na veia. Temos de fazer o contrário. Se houver<br />
responsabilidade, sairemos bem da crise.&#8221;"As pessoas e as empresas ficam<br />
melhores com a crise&#8221;, afirma Blanche, que prevê fusões na construção civil.<br />
&#8220;O Brasil vai na contramão da crise, criamos uma eficiência no mercado, como<br />
a fusão do Itaú e Unibanco. O balanço de ambos é bom, cria solidez no<br />
mercado - é diferente nos EUA, que têm bancos quebrados, ao todo 60. No caso<br />
da construção civil, temos o mesmo cenário. Em todos setores e no varejo vai<br />
haver fusões e aquisições. Há que melhorar os recursos. Vamos sair mais<br />
fortes, pois durante décadas crescemos 2% e agora conhecemos 3%. É um<br />
engodo, não há capacidade de crescer 5%.&#8221;Para Alencar Burti, presidente da<br />
Associação Comercial de São Paulo, a crise financeira, que tem repercutido<br />
no mundo inteiro, mostrou que todos os segmentos da sociedade precisam<br />
interagir em busca de uma solução conjunta. &#8220;O preço que se vai pagar ainda<br />
não está dimensionado, mas o Brasil está mostrando que tem capacidade de<br />
superar a crise, desde que a sociedade participe&#8221;, disse ele, recentemente.<br />
fonte: Jornal DCI<br />
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