Publicações arquivadas sob Notícias e Novidades

Reduzir custos é uma ação que tem cada vez mais chamado a atenção do varejo
supermercadista, que começa a voltar os olhos para construções sustentáveis,
tendência antecipada pelo DCI. Com investimento de R$ 52 milhões, a rede
Wal-Mart acaba de abrir seu primeiro hipermercado totalmente ecoeficiente,
no bairro Campinho, no Rio de Janeiro. A estratégia segue os
passos do concorrente Grupo Pão de Açúcar, que criou na cidade paulista de
Indaiatuba uma unidade ecologicamente correta, há alguns meses. O líder do
setor, Carrefour, também ressalta adotar estratégias nesse sentido no País.
No caso do Wal-Mart, que abrirá este mês de 6 a 8 unidades - as últimas das
36 lojas novas previstas este ano - e cuja meta é reduzir em 30% globalmente
os custos, a unidade carioca reúne o maior número de iniciativas
sustentáveis que a empresa já implementou em suas construções. Assim, o novo
hipermercado prevê reduzir no mínimo 25% o consumo de energia e 40% o de
água. “A loja é resultado de um trabalho que vem desde 2005, testando e
introduzindo mudanças que contribuem ao meio ambiente. Muitas são
permanentes e utilizadas em várias lojas. Em Campinho, reunimos mais de 60
dessas iniciativas”, disse Héctor Núñez, presidente do Wal-Mart Brasil.
Apesar de o investimento ser um pouco maior do que o de uma loja
convencional, cerca de 3% mais, o executivo reforça que as economias de
médio e longo prazo são significativas. Com isso, o Wal-Mart no Rio terá uso
racional de matérias-primas, água, energia, reduzindo a geração de resíduos
e aumentando índices de reuso e reciclagem de materiais. Os resíduos
coletados pela estação de reciclagem da loja envolvem parte do projeto
‘Estações de Reciclagem Wal-Mart Coca-Cola’ implantado em 235 lojas do País.
“Todas as lojas do Wal-Mart Brasil serão ecoeficientes, em diferentes
níveis, de acordo com as possibilidades geográficas e físicas de cada
unidade. Algumas delas não são visíveis para o cliente, mas têm grande
impacto ambiental.” Algumas iniciativas, como painéis solares, por exemplo,
ainda não têm a escala necessária para poderem reduzir seus custos. “Mas
sabemos que é esse o caminho que nós vamos percorrer e vamos continuar a
buscar formas de baixar os custos e investir em lojas como esta”, disse o
presidente do Wal-Mart Brasil. No próximo ano, serão abertas de 80 a 90
lojas, com um investimento programado de R$ 1,6 bilhão a R$ 1,8 bilhão. O
caixa é próprio, proveniente de fundos próprios do Wal-Mart mundial. O foco
do grupo no Brasil é a população de baixa renda e da classe média, com
número maior de mercados de bairro, de menor porte, como o Maxxi e o Todo
Dia. “Estamos comprometidos com o Brasil”, disse Núñez.
Carrefour
Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade da rede Carrefour, diz ter por
meta conceitos ecológicos na construção de suas unidades. Tanto que o grupo
prevê comprar toda a energia elétrica consumida pelas lojas brasileiras de
fontes alternativas, até 2012.”As fontes renováveis de energia adquiridas
pelo Carrefour Brasil são de biomassa e de pequenas centrais hidroelétricas
(PCH), cuja energia é comprada no mercado livre de energia, por meio de
leilões do governo.” Um exemplo, no Carrefour, de unidade ecologicamente
responsável é a loja de Adrianópolis, na divisa dos Estados do Paraná e de
São Paulo, no vale da Ribeira, inaugurada em setembro passado. A unidade
possui um tanque para reutilização de águas pluviais, uma estação de
tratamento de esgoto e efluentes e vasos sanitários de baixo consumo, que
reduzem em 60% o gasto de água. O consumo de energia elétrica também é
reduzido, a partir da utilização de iluminação zenital, ou seja, natural,
para aproveitar melhor a luz do sol. “O sistema de refrigeração reduz a
emissão de gases causadores do efeito estufa”, afirmou o diretor da
rede.Além disso, o envolvimento dos consumidores com esse conceito é forte.
“Tanto que temos promoções -como a de levar quatro litros de óleo vegetal
usado e ganhar um litro novo em troca- sendo postas em prática nas três
lojas de Ribeirão Preto (SP).”
Ponto Frio
Com 62 anos de atividades, o Ponto Frio inaugurou ontem novo endereço, na
Barra da Tijuca, com quatro pavimentos e mais de 500 funcionários, incluindo
a diretoria executiva. O Centro de Distribuição continua no terreno de
Irajá. Com aporte de R$ 52 milhões, o Wal-Mart acaba de abrir seu primeiro
hipermercado ecoeficiente, no Rio de Janeiro. A estratégia segue os passos
do concorrente Grupo Pão de Açúcar, que há alguns meses criou na cidade
paulista de Indaiatuba uma unidade ecológica em que faz reúso de água e usa
iluminação natural. O líder do setor supermercadista Carrefour também
ressalta estratégias como essas no País, diz Paulo Pianez, diretor de
Sustentabilidade da rede. Héctor Núñez, presidente do Wal-Mart Brasil, diz
que a empresa tem meta de reduzir em 30% os custos das lojas, globalmente.
“A unidade carioca deve reduzir no mínimo 25% o consumo de energia e 40% o
de água”, diz Núñez, que anuncia diferentes ações ecoeficientes em toda a
rede Wal-Mart Brasil, de painéis solares a reúso de água da chuva.
fonte: Jornal DCI
QUER SABER MAIS SOBRE O VAREJO BRASILEIRO?
http://www.aprovare.com.br/
CLIQUE E CONHEÇA A APROVARE!
3 de Dezembro de 2008 às 14:00
admin

O comércio aposta na força de consumo das classes C e D para garantir as
vendas deste fim de ano. Uma pesquisa feita pelo instituto Data Popular a
pedido da agência de publicidade McCann Erickson revela que a população de
baixa renda está preocupada com a crise, mas ainda não sentiu os seus
efeitos no dia-a-dia. De acordo com a enquete, que ouviu 618
pessoas com renda média familiar entre R$ 607 e R$ 3.033, o piso e o topo
das faixas de renda das classes D e C, respectivamente, 58% dos
entrevistados disseram que a situação econômica continuava estável em
relação a três meses anteriores. A pesquisa foi feita na última semana de
outubro. A mesma enquete mostrou que 66,2% dos entrevistados estão
preocupados ou muito preocupados com a crise e mais da metade( 55,5%)
acredita que a sua família será afetada. “Todo mundo está em estado de
alerta, mas ainda não sentiu os impactos no dia-a-dia”, afirma o
vice-presidente de Planejamento da McCann Erickson, Aloísio Pinto. Para 46%,
a crise virá “quando o desemprego chegar perto”.
À VISTA
O medo do endividamento, especialmente na compra de itens de maior valor, já
aparece nas pesquisas. Em outubro, 62% dos brasileiros pretendiam pagar à
vista, ante 26% a prazo, segundo pesquisa da Associação Comercial de São
Paulo (ACSP) realizada pelo instituto Ipsos para medir a confiança do
consumidor. Com base nesses resultados, grandes redes de supermercados estão
otimistas com o Natal. O Wal-Mart, por exemplo, espera ampliar, em média,
entre 15% e 20% o faturamento em dezembro, na comparação com 2007, diz o
vice-presidente para a área de varejo, José Eduardo Cabral. “A massa de
renda é mais importante para nós do que o crédito”, diz. O Grupo Pão de
Açúcar é outro que manteve as projeções na casa de dois dígitos. Segundo o
diretor-comercial, Ramatis Rodrigues, a resistência à crise se deve à
reestruturação pelo qual a companhia passou.
fonte: Jornal O Estado de S.Paulo
QUER SABER MAIS SOBRE O VAREJO BRASILEIRO?
http://www.aprovare.com.br/
CLIQUE E CONHEÇA A APROVARE!
2 de Dezembro de 2008 às 15:40
admin

A antiga prática das padarias do interior que davam desconto no preço do pãozinho para o cliente que levava a sua sacola de pano chegou aos templos do varejo moderno - mas não apenas com o apelo comercial e sim o de conscientizar os consumidores a conservar o meio ambiente. As redes de
supermercado Bompreço e Hiper Bompreço, do grupo Wal-Mart, no Recife e em
Salvador, começam no próximo dia 1 de dezembro a dar um crédito de R$ 0,03
por cada sacola plástica não utilizada pelos clientes que poderão levar suas
próprias sacolas retornáveis (e de qualquer material) para transportar suas
compras. O Bompreço também irá oferecer, por R$ 2, sacolas retornáveis de
algodão cru que suportam até 35 quilos. “O Wal-Mart já investiu US$ 500
milhões em sustentabilidade no mundo e este programa é pioneiro no varejo de
alimentos, globalmente”, afirma o vice-presidente do Bompreço, Marcos
Ambrozano.
Para cada compra de até cinco itens, o consumidor receberá o crédito de R$
0,03, equivalente ao custo de uma sacola. A economia para a rede, segundo
Ambrozano, não é significativa mas faz parte das metas de redução de
impactos ambientais do Wal-Mart Brasil, que planeja diminuir em 50% o uso de
sacolas plásticas até 2013, além de cortar em 25% os resíduos sólidos. O
incentivo financeiro para a mudança de hábitos é uma alternativa encontrada
para alterar o resultado de uma pesquisa nacional do Ibope onde 71% dos
clientes aprovaram o uso das sacolas plásticas.
A expectativa do Wal-Mart é que o início da experiência em 52 lojas
nordestinas, baseado num teste piloto realizado com consumidores do Sul,
dará subsídios para implantar o programa em todo o Nordeste até o primeiro
trimestre de 2009 e em todo o País até o final do próximo ano. “São nove
estados e essa pluralidade é o melhor campo de testes. Teremos uma mostra
geograficamente diversa que vai nos permitir aprender mais sobre nossos
clientes.”
Expansão
Presente em 18 estados, em todas as regiões com exceção apenas do Norte, o
Wal-Mart Brasil manteve a aposta no Nordeste este ano. Das 36 novas lojas
abertas no Brasil em 2008, 22 serão na região que receberá R$ 700 milhões
dos R$ 1,2 bilhão em investimentos realizados pelo grupo no Brasil.
Este ano os nordestinos receberam as primeiras lojas da bandeira Maxxi, três
delas em Salvador (BA) e uma em Fortaleza (CE), aberta ontem. O Sam’’s Club,
também aberto ontem, no Recife, mostra a resposta positiva do mercado com um
recorde na inscrição de associados, registrando 53 mil sócios antes da
inauguração. Mantido o ritmo, a previsão é que a média de cem mil associados
do Sam’’s Club no primeiro ano será atingida também em tempo recorde.
Fonte: Gazeta Mercantil
1 de Dezembro de 2008 às 13:00
admin

Os últimos dias estão alterando as expectativas otimistas da indústria de
aparelhos celulares. Embora até sexta-feira passada nenhuma das grandes
fabricantes tenha aventado a possibilidade de reduzir a produção no Brasil,
uma vez que as encomendas das operadoras e do varejo mantivessem o mesmo
nível do começo do trimestre, a realidade começou a mudar.
Das três grandes operadoras - Vivo, TIM e Claro -, as duas primeiras
reduziram suas compras em cerca de 10% a 15% e somente a Claro aumentou,
conforme fonte ouvida pela Gazeta Mercantil, e que pediu para não ser
identificada.
Enquanto isso, importante cadeia de varejo informou à indústria que suas
vendas estavam correspondendo a 60% do total comercializado na mesma época
do ano passado.
É possível que o movimento tenha sido pura compensação, pois Vivo e TIM
haviam sido muito otimistas nas encomendas do fim do ano, enquanto a Claro
havia pisado no freio sob a luz das informações da crise mundial. “É
provável que a reação dos últimos dias seja só uma forma de equilibrar os
estoques e garantir abastecimento adequado, sem sobras”, afirmou o
executivo.
Dólar baixo não evitou
Por outro lado, o recuo das operadoras pegou os fabricantes de surpresa. O
fato de terem fixado o dólar em R$ 1,90 - numa atitude tomada pela Nokia e
seguida por todas as demais fabricantes para não perder mercado - prometia
segurar as vendas de fim de ano tão aquecidas como se imaginava antes da
crise financeira mundial ter mostrado o nível de sua agressividade. “Não
esperávamos essa redução logo agora”, disse a fonte da indústria.
Natal seletivo
Outro fator de surpresa para os fabricantes de celulares decorre da previsão
de que haveria substituição de bens adquiridos no Natal.
“Ao invés de comprar eletroeletrônicos mais caros, como TV de plasma e LCD,
os consumidores tenderiam a gastar menos comprando telefones celulares que
também estão incluídos em objetos do desejo mas podem ser encontrados por
valores mais baixos”, disse a fonte referindo-se a aparelhos de R$ 500, R$
400 e até R$ 200 a unidade.
A percepção da indústria desde o início desta semana é de que nem o dólar
fixado nem a possível substituição de presentes mais caros pelos mais
baratos conseguiu segurar a diminuição de encomendas. Ela começou a
acontecer. E com isso as previsões iniciais de que este ano totalizaria
vendas de 50 milhões de celulares, devido à entrada da quarta operadora em
São Paulo, a Oi, e do aumento da competição entre elas, acabaram perdendo
sentido. As operadoras não querem divulgar nenhuma má previsão, mas a
indústria já considera que 47 milhões pode ser uma cifra mais exeqüível.
Fonte Gazeta Mercantil
QUER SABER MAIS SOBRE O VAREJO BRASILEIRO?
http://www.aprovare.com.br/
CLIQUE E CONHEÇA A APROVARE!
28 de Novembro de 2008 às 11:20
admin

A briga será forte entre as redes de comércio eletrônico (e-commerce) neste
período que antecede as vendas de Natal, quando faturam até três vezes mais.
Empresas como o Grupo Pão de Açúcar, Wal-Mart, Fnac e NetShoes estão
otimistas em relação ao melhor período do ano para o comércio e esperam um
maior número de vendas e acessos, tanto que se prepararam com
antecedência ao fazer reforços de infra-estrutura e logística para realizar
as entregas e suportar a demanda, que projetam ser forte.O Grupo Pão de
Açúcar, que tem o portal Extra.com -um dos líderes do segmento ainda
dominado pela B2W, que detém as marcas Americanas.com e Submarino.com-,
afirma ter feito um “plano Natal”, com a intenção de preparar seu braço no
e-commerce para a data - vista como uma ótima oportunidade de alavancar
vendas do site. “Nossa expectativa é de dobrar o volume de vendas no
comércio eletrônico em relação ao ano passado. Apesar do cenário mundial,
não fomos afetados ainda nessa área, e a nossa infra-estrutura segue com
essa mesma meta”, diz Oderi Gerin Leite, diretor de Comércio Eletrônico do
Grupo.Mês passado, a rede também ampliou a capacidade de seu centro de
distribuição (CD) em 30%, para conseguir armazenar um maior volume de
mercadorias, que começam a chegar em novembro. Segundo o executivo, as metas
são repassadas com antecedência aos parceiros de logística - já em agosto.
Para o diretor, a logística é um dos pilares mais importantes do e-commerce,
pois ele considera a entrega um apelo competitivo. Por isso, o grupo passou
a fazê-las no mesmo dia na Grande São Paulo quando os pedidos são feitos até
as 15h, o que já foi copiado por alguns de seus concorrentes.O diretor disse
ainda que espera uma grande procura por produtos de eletrônica e
informática, como notebooks, câmaras digitais e celulares, os segmentos já
representam cerca de 60% do total dos produtos vendidos pela Internet. O
e-commerce ainda ganha destaque e dobrou sua participação dentro do
faturamento total do grupo nos últimos dois anos. Este ano, em que o
consumidor está mais acostumado às compras eletrônicas, o “e-commerce está
dentro das diretrizes estratégicas do grupo, estamos mais que dobrando e
pretendemos continuar neste ritmo”, diz.Outro líder supermercadista, o
Wal-Mart, que entrou recentemente no comércio eletrônico, também garante ter
sua loja virtual preparada para as vendas de fim de ano, sendo parte do
estoque comprado no início do ano, mesmo os produtos importados - adquiridos
a um câmbio mais baixo, o que poderá fazer com que o lucro da rede seja
quase o dobro. “Não haverá problema, pois estamos abastecidos com a maioria
dos produtos, adquirida antes da alta do dólar”, afirmou Flávio Dias,
diretor do Wal-Mart.com.br, que já teve resultados acima das expectativas.
“A taxa de conversão de vendas está muito boa e a interação dos clientes com
as ferramentas disponibilizadas também”, disse.
Livrarias
A Fnac, rede francesa de livrarias, também espera que no seu braço no
comércio eletrônico no Brasil tenha alta nas vendas este Natal. Jérome Pays,
diretor do Fnac.com.br, afirma que há reforços no quadro de funcionários, em
função de um volume três vezes maior do que em outros meses. “Sou bastante
otimista. Como estrangeiro, vejo que o Brasil ainda tem muito potencial se
compararmos com a situação da Europa, e ainda há um atraso em produtos de
tecnologia que só agora está diminuindo”, declarou Pays.A NetShoes, de venda
de artigos esportivos pela Internet, espera alta de até 45% no Natal e, por
isso, contratou 2 novos operadores logísticos para manter eficiência nas
entregas, que devem ser feitas até dia 23 de dezembro. Há 8 anos no mercado,
o site também passou por uma reformulação no final do ano passado, para ser
mais moderno e de melhor navegação, segundo a empresa.Marcio Kumruian,
diretor de Operações da NetShoes, que comanda seis outros sites, como as
páginas oficiais e comércio eletrônico de times de futebol - como o do
Corinthians -, afirma que antes do Natal as redes já começam a conversar com
operadores logísticos, procurando trabalhar com operadores menores e que
sejam mais rápidos. “A carga é muito alta no Natal e temos de entregar os
produtos sempre o mais rápido possível, em todo o Brasil”, explica.O diretor
aposta na data, mesmo com a crise econômica. Ele acredita que o segmento
ainda tem fôlego para crescer a taxas altas em relação ao ano passado.
Kumruian conta que o site faz parcerias com fornecedores para trazer
lançamentos exclusivos e impulsionar as vendas, além de criar promoções e
oferecer frete gratuito - como muitas outras empresas do setor, que acabam
subsidiando o frete, em função da concorrência.A briga será forte entre as
redes de comércio eletrônico neste Natal, quando empresas como o Grupo Pão
de Açúcar, Wal-Mart, Fnac e NetShoes esperam faturar três vezes mais.
fonte: jornal DCI
QUER SABER MAIS SOBRE O VAREJO BRASILEIRO?
http://www.aprovare.com.br/
CLIQUE E CONHEÇA A APROVARE!
27 de Novembro de 2008 às 13:00
admin

O Portal de internet Clickreforma (www.clickreforma.com.br) oferece um serviço gratuito de orçamentos para construção, reforma e decoração. Segundo dados do portal, já são mais de 3.000 profissionais cadastrados, atendendo a todo tipo de orçamento ligado à área da construção civil. Segundo o diretor do Clickreforma, Marcelo Morato, “o portal é um importante aliado do varejo de materiais de construção, pois ajuda a resolver um grande gargalo das lojas: localizar um profissional ou empresa para a instalação dos produtos vendidos”.
Para as empresas e profissionais do setor, é a forma mais rápida de identificar potenciais clientes para orçamentos e futuros trabalhos.
Para saber mais:
www.clickreforma.com.br
26 de Novembro de 2008 às 15:50
admin

As vendas de materiais de construção continuam aquecidas mesmo depois da
crise financeira. Segundo dados da Abramat, entidade do setor, em outubro, o
faturamento da indústria cresceu 4,4% em relação ao mês de setembro. No
acumulado de 2008, a alta é de 36,4% em comparação ao mesmo período do ano
passado. Na avaliação de Melvin Fox, presidente da Abramat, a
indústria de materiais de construção não pára de uma hora para outra. “Há um
período de inércia, quem está construindo ou reformando continua a obra”,
diz Fox. As construtoras decidiram brecar os lançamentos, mas as obras em
construção prosseguem. Atualmente, segundo Fox, cerca de 65% das vendas da
indústria são destinadas ao varejo e 35% para as construtoras. Por conta do
bom andamento das vendas este ano, a estimativa é fechar 2008 com um
crescimento de 28% sobre o ano passado. No início do ano, a previsão era de
uma expansão de 12%. Para Fox, a crise deve chegar ao setor a partir do
próximo ano. A projeção inicial para o crescimento do faturamento da
indústria era de 12% no ano que vem, mas foi revista para 6%. As vendas
também devem continuar aquecidas por conta do incentivo do governo, acredita
Fox. Há cerca de dez dias, a Caixa Econômica Federal ampliou de R$ 7 mil
para R$ 25 mil o valor máximo permitido para uso dos recursos do FGTS em
reformas e obras. A linha é restrita a pessoas com salários de até R$ 1,9
mil. “Isso contribui para incentivar a demanda”, afirma o presidente da
Abramat.
fonte: Jornal Valor Econômico
QUER SABER MAIS SOBRE O VAREJO BRASILEIRO?
http://www.aprovare.com.br/
CLIQUE E CONHEÇA A APROVARE!
25 de Novembro de 2008 às 13:40
admin

Grupos varejistas com lojas no mundo real e no virtual estão contando mais
do que nunca com o braço eletrônico de sua operação para aumentar o
faturamento na semana do Natal, mesmo diante da crise financeira.
Estimativas da consultoria e-bit indicam que, entre 15 e 24 de dezembro, as
vendas on-line chegarão a R$ 1,35 bilhão, 25% superiores às do mesmo período
de 2007. Apesar do otimismo, previa-se que o índice seria de 40%
antes de a crise atingir a economia real. “Os brasileiros estão preocupados,
mas irão às compras”, diz Pedro Guasti, presidente da e-bit. Pesquisa do
Provar (Programa de Administração de Varejo) da FIA-USP mostra que, neste
Natal, 21% dos consumidores comprarão pela rede, contra 11,6% no de
2007.Segundo Paula Carvalho Pereda, pesquisadora do Provar, a intenção de
compra pela internet quase dobrou, enquanto no varejo tradicional
praticamente não houve alteração. “Só 74% dos consumidores pretendem fazer
compras nas lojas tradicionais neste ano, contra 73,8% em 2007″, diz Pereda.
Nesse mesmo período, o número de consumidores eletrônicos passou de 9,5
milhões para 13 milhões, crescimento de 37%. A receita prevista para este
ano é de R$ 10 bilhões, contra os R$ 6,3 bilhões registrados em 2007. “Hoje
25% dos internautas compram pela rede”, afirma Guasti. Há três anos, esse
índice não chegava a 10%.
Comodidade e preço
Vários motivos explicam a preferência dos consumidores pelo varejo
eletrônico. O primeiro é prático. “Não tenho tempo e as lojas nesta época
ficam lotadas”, diz Manoel Netto, gerente de uma empresa de criação de
produtos. “Pesquisei produtos e preços e já escolhi tudo. Entregam na minha
casa, com embalagem especial.” Mas é o preço a principal atração da
internet. Segundo o Provar, algumas categorias apresentam deflação nos
últimos 12 meses, queda que não ocorre no varejo convencional. A pesquisa do
Provar revela que, no acumulado do ano, as maiores quedas foram as de
aparelhos celulares (19,93%), seguidas pelas de eletroeletrônicos (12,72%) e
bens de informática (11,85%). Há dois anos, CDs, livros e DVDs tinham mais
saída pela internet. “Agora são eletrônicos e bens de informática,” diz
Guasti. Além disso, as facilidades de pagamento pela internet são maiores.
“Boa parte dos produtos mais caros continua sendo parcelada em até 12
vezes”, afirma Guasti. “No varejo tradicional dá para pagar em até seis
vezes no cartão de crédito. Dez vezes já é difícil de achar.” No Extra.com,
a previsão é que os eletrônicos respondam por até 70% das vendas no Natal.
“Esperamos dobrar o faturamento deste Natal”, diz Oderi Leite, diretor do
Extra.com. “Vamos monitorar a concorrência com uma ferramenta eletrônica e
responderemos às promoções na velocidade de um clique no mouse” diz Leite.
As previsões de vendas na internet são otimistas porque os produtos deverão
ter aumento só no próximo trimestre. As dificuldades de crédito, no entanto,
também se repetem na rede. Carlos Montenegro, sócio da Sack’s, loja virtual
de perfumes e cosméticos importados, afirma que fornecedores tinham estoque
e não repassaram a variação cambial. Mas, segundo ele, está mais caro
oferecer o parcelamento. A venda em até 12 vezes está mantida, mas, no
mercado, houve uma alta dos juros de 1,40% ao mês para 1,80% a quem vai
tomar financiamento para capital de giro. Para compensar, uma saída é vender
produtos mais baratos do que no mundo real. Na Sack’s, a diferença é de 15%.
Essa política comercial não chega a ser uma competição entre o “real” e o
“virtual”. Afinal, as vendas pela internet não chegam a 3% do total do
comércio. Mas, em alguns casos, essa atuação faz muita diferença. Além
disso, a maior parte das grandes lojas virtuais pertence a grupos do mundo
real. A Americanas, por exemplo, faturou no terceiro trimestre R$ 1,7
bilhão. O braço eletrônico do grupo, a B2W (Americanas.com, Submarino e
Shoptime), obteve receita de R$ 1,1 bilhão. Há nove anos, a Americanas.com
não respondia por 2% da receita do grupo.
fonte: Jornal Folha de S.Paulo
QUER SABER MAIS SOBRE O VAREJO BRASILEIRO?
http://www.aprovare.com.br/
CLIQUE E CONHEÇA A APROVARE!
às 13:40
admin

Treze pessoas foram presas durante a operação “Negócio da China”, realizada
em conjunto pela Polícia Federal , Receita Federal, Ministério Público
Federal e Justiça Federal, para investigar, irregularidades nas operações da
rede varejista Casa & Vídeo. Apenas um dos mandatos de prisão não
foi cumprido, porque o procurado está foragido.
De acordo com o superintendente regional da Polícia Federal no Rio, Valdinho
Jacinto Caetano, os presos serão indiciados nos crimes de sonegação fiscal,
evasão de divisas, descaminho (contrabando), lavagem de dinheiro e formação
de quadrilha. “Foram dois anos de investigação. Acreditamos que neste
período tenham sido sonegados cerca de R$ 100 milhões”, disse ele,
ressaltando que “o esquema era muito sofisticado e só pode ser descoberto
com uma operação conjunta das autoridades federais”.
Entre os presos estão Luigi Fernando Milone e Atílio Milone, identificados
como sócios da rede varejista. Também entre os detidos, está Samuel Gorberg,
um dos sócios da importadora Asian Center. De acordo com a PF, o esquema
tinha início na importação de produtos chineses que entravam no País com
preços subfaturados. A diferença entre o preço real e o de entrada no Brasil
era pago diretamente e de maneira ilegal aos fornecedores da China. No
Brasil, estes importadores, que operavam como intermediários, repassavam
estes produtos à Casa & Vídeo.
Ainda de acordo com as investigações, os recursos utilizados nestas
transações eram provenientes do paraíso fiscal das Ilhas Virgens britânicas.
Também nas Ilhas Virgens britânicas estariam sediadas tantas importadoras
como empresas ligadas à Casa & Vídeo. No total, mais de 50 empresas estão
envolvidas no esquema.
Caetano também disse que foi apurada a emissão de notas fiscais frias que
eram utilizadas pela Casa & Vídeo para o abatimento do Imposto de Renda. Os
imóveis utilizados pela rede não estão em nome de pessoas ou endereços
ligados à empresa, que deve R$ 40 milhões à Previdência Social de seus
empregados.
Na operação, foram apreendidos oito carros blindados e oitenta carretas de
produtos apreendidos no depósito geral da Casa & Vídeo, em Marechal Hermes,
e também em depósitos de algumas de suas lojas. A mercadoria será
encaminhada a um depósito da Conab em Barros Filho.
Fonte: AE
QUER SABER MAIS SOBRE O VAREJO BRASILEIRO?
http://www.aprovare.com.br/
CLIQUE E CONHEÇA A APROVARE!
às 13:00
admin

O Wal-Mart Brasil deve abrir entre 80 e 90 novas lojas ao longo de 2009,
expansão que gerará cerca de 9 mil empregos diretos. Os investimentos
previstos pela rede para concretizar esses planos podem chegar a R$ 1,8
bilhão, segundo seu vice-presidente financeiro para a Região Sul, Oseas dos
Santos.
Os investimentos da empresa em 2009 permanecerão, independentemente de como
o mercado reagirá à situação atual, garantiu o executivo, que participou do
comitê de Meio Ambiente da Amcham-Porto Alegre.
Só no Rio Grande do Sul, para o próximo ano, já está confirmado o início das
operações de duas novas unidades: mais um supermercado Nacional na capital e
um Maxxi Atacado em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre.
O Wal-Mart prevê outras aplicações no estado ainda para 2008. Na última
quinta-feira, dia 20, começou a funcionar um Maxxi Atacado em Pelotas e, até
o fim do ano, será aberto mais um supermercado Nacional em Bento Gonçalves.
Nossos investimentos não se limitam a isso. Ainda não podemos tornar todos
eles públicos, pois temos que respeitar negociações de aluguéis e aquisições
de terrenos que ainda não estão finalizadas, acrescentou Santos.
Baixos impactos da crise financeira - De acordo com o vice-presidente
financeiro, a crise financeira global não afetará os investimentos da rede
varejista, sobretudo no que se refere a projetos ligados a sustentabilidade.
O volume desses recursos, no entanto, o executivo não revela.
Também em relação a volume de vendas, tanto no Brasil como nos EUA, Oseas
dos Santos mostrou otimismo. Nossa percepção é que não sofreremos grandes
efeitos (da crise). Além disso, avaliamos que é o momento de olhar para
dentro de nossa organização e entender quais são as opções que temos para
nos ajustar e continuar oferecendo aos nossos clientes preços competitivos,
ressaltou.
Em 2007, o Wal-Mart Brasil faturou R$ 15 bilhões.
fonte: CIdade Biz/Amcham
QUER SABER MAIS SOBRE O VAREJO BRASILEIRO?
http://www.aprovare.com.br/
CLIQUE E CONHEÇA A APROVARE!
às 11:20
admin
Publicações anteriores