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A popularização dos produtos de informática colocará a especialização,
oferta de serviços e a venda consultiva entre os pré-requisitos do varejo de
TI brasileiro para os próximos anos. A projeção vem da Marco Consultora que,
no primeiro semestre de 2008, realizou um estudo para entender o
comportamento do segmento no País.
Mesmo com a especialização figurando como a grande vedete, a consultoria
aponta que o varejo de TI passará também por um processo de distribuição de
produtos e serviços padronizados endereçados aos usuários médios.
Dividido em nove categorias, agrupadas por perfil de negócios, O estudo
revela que 58,26% dos pontos de vendas do varejo de TI no Brasil são
formados por integradores e revendas. Mesmo assim, os supermercados e lojas
de produtos para casa respondem pela maior fatia de vendas.
Os grandes varejos contribuem com esse cenário à medida que oferecem
produtos com preço atrativo e baixa complexidade de uso. As lojas de
eletrônicos, áudio e vídeo e as os varejos especializados agregam serviço e
oferecem determinados graus de vendas consultivas. Já os integradores e as
revendas, além da venda consultiva, oferecem suporte pós-venda.
A popularização dos produtos de tecnologia e expansão do poder de compra
entre várias camadas sociais coloca o consumo nacional próximo de níveis
verificados em mercados desenvolvidos. A Internet é apontada como canal de
vendas utilizado por todas as categorias analisados.
fonte: Decision Report

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