Arquivo de Setembro de 2008

Crise atinge Varejistas cotadas na BOVESPA…

varejoBolsa - varejoBolsa
As maiores empresas varejistas brasileiras tiveram suas cotações na BOVESPA afetadas diretamente com a crise no sistema financeiro mundial. Apesar da pequena sinalização de melhora durante o pregão de hoje, as perdas acumuladas durante a semana ainda são grandes. Em comparação ao índice geral da Bovespa, a maioria permanece com desvalorizações superiores.
Redação Blog da Aprovare (dados: Central do Investidor)

Adicionar comentário 30 de Setembro de 2008 às 17:03 admin

Preocupação não é com ações de sustentabilidade

foto 123 - foto 123
Ações de responsabilidade social e ambiental desenvolvidas por empresas
ainda são algo distante da percepção do consumidor paulistano. Levantamento
realizado pela consultoria de pesquisa H2R mostra que 67% deles não prestam
atenção se os produtos adquiridos são fabricados por empresas que
desenvolvem programas desse tipo. “Essas ações são recentes e agora estão
ficando mais evidentes de forma massiva”, afirma o diretor e um dos sócios
da empresa Rubens Hannun.
Realizada com 450 pessoas de classe econômica A, B, C e D e faixa etária
entre 14 e 65 anos, em julho, a pesquisa mostra que sexo e estado civil não
interferem no resultado. Mas por classes sociais, os resultados apresentam
mais diferenças. A classe B com 40%, e a classe C, com 36%, são as mais
ligadas nas ações de responsabilidade sócioambiental. Já 80% da classe D não
se preocupam com esse tema quando faz compras.
Outra parte da pesquisa mostra o comportamento do consumidor na hora da
decisão da compra se soubessem que o produto é de uma empresa com programas
de responsabilidade social e ambiental. Nesse caso 20% dos entrevistados
disseram que dizem só comprar produtos de empresas com esse tipo de ação.
“Mas 43% já afirmam que entre dois produtos, compraria o da empresa que
desenvolve programas de responsabilidade social e ambiental”, diz. Para 37%,
a escolha pelo produto independe de ações sócioambientais praticadas pelos
fabricantes.
“Você já gostou do produto, ele atende às suas necessidades. A decisão por
não comprar por conta da atitude da empresa é uma posição muito firme”, diz
Hannun, ressaltando que essa decisão é uma questão de consciência. “Estamos
nesse caminho”, acredita.
A pesquisa mostra ainda que a opção de compra de produtos de empresas
comprometidas com questões ambientais e sociais é maior no topo da pirâmide.
Começa com 30%, na classe A, passa para 24%, na classe B, 21% na classe C e
decresce para 8% da classe D.
Para Hannun, a maior surpresa do levantamento está relacionada à idade. Os
mais velhos são os que mais procuram comprar produtos de empresas com
programas sociais e ambientais: 29% das pessoas entre 51 e 65 anos disseram
sempre comprar produtos dessas empresas. Já entre os adolescentes o
resultado foi de apenas 11%.
O nível de escolaridade também faz diferença quanto ao grau de envolvimento
e identificação com hábitos de compra mais ou menos voltados para produtos
de empresas com programas sociais e ambientais. Os entrevistados que
finalizaram o ensino fundamental completo são mais indiferentes: 45%. Para
46% dos que concluiram o ensino médio há possibilidade de fazer esse tipo de
compra.
Para Hannun, o consumidor está cada vez mais exigente em relação à postura
das empresas. Na avaliação da diretora de assuntos corporativos do
Carrefour, Renata Moura, as empresas estão evoluindo em direção à adoção de
ações sócioambientais. No princípio, diz a executiva, as empresas cumpriam
exigências legais. Depois passaram a fazer filantropia. E agora estão
entendendo que o valor delas vai ser medido pela percepção da marca por
questões intangíveis. “Não é uma questão de moda, é uma necessidade de
modelo de gestão de empresas. É uma postura que adotamos independente da
demanda do consumidor”, afirma Renata.
Apesar disso, a executiva diz que é possível observar cada vez mais a
vontade do consumidor de querer participar da vida da empresa. No site da
varejista, o blog de relacionamento “Eu uso a cuca” lançado em fevereiro
deste ano já registrou 600 mil acessos. “A relação marca está extrapolando
produtos e empresas e se refletindo em políticas de gestão”, diz Renata.
A empresa de origem francesa está presente no Brasil há 30 anos e há 20,
adota um programa de garantia de origem, em que rastreia os produtos desde o
fornecedor até as lojas. “Além disso percebemos um crescimento na demanda
por produtos verdes”, diz. Dados da empresa mostram que em 2006 a linha
Viver contava com 80 produtos e saltou para 300 este ano.
fonte: Gazeta Mercantil

Adicionar comentário 29 de Setembro de 2008 às 15:20 admin

Varejistas repassam a elevação dos juros

varejo 2 - varejo 2
Os consumidores podem não ter se dado conta, mas as varejistas de
eletroeletrônicos e móveis estão repassando aos poucos a elevação da taxa de
juros desde que a Selic começou a subir nos últimos meses. Os aumentos estão
sendo feito a conta gotas para torná-los imperceptíveis e não assustar os
clientes das lojas. Pesquisas feitas pela firma Shopping Brasil, que coleta
dados sobre as promoções anunciadas pelas varejistas em jornais e revistas
no país, mostram que os juros médios cobrados subiram de 4,3% ao mês em
junho para 4,9% ao mês em setembro. A empresa vende essas
informações para as próprias redes de eletrodomésticos, que acompanham seus
concorrentes. Uma das armas usadas pelo varejo foi aumentar o número de
parcelas para fazer com que o valor da prestação continuasse cabendo no
bolso do consumidor. Até junho, cerca de 52% dos planos ficavam entre 9 e 12
vezes. Mas, a partir de agosto, passaram a predominar os planos com mais de
12 pagamentos, que hoje já representam 50% das ofertas, diz José Resende,
presidente da Shopping Brasil. A Casas Bahia foi uma das redes que usou
desse recurso. Hector Nuñez, presidente do Wal-Mart do Brasil, admite que o
aumento das taxas será inevitável após a elevação no custo do dinheiro. A
varejista possui uma parceria com o Unibanco na área financeira e está
negociando com o banco a estratégia que será adotada daqui para frente.
“Vamos fazer tudo que for possível para que o aumento (da Selic) não tenha
impacto para os nossos clientes”, disse o executivo. Segundo ele, as taxas
cobradas pela varejista não subiram até o momento. Como as vendas que serão
feitas durante o Natal serão pagas ao longo de 2009, as varejistas estão
monitorando de perto as taxas nos contratos futuros de juros. Os contratos
de DI ( taxa média de Depósitos Interfinanceiros de um dia) para janeiro de
2010 fecharam ontem a 14,7% ao ano. “Não há como o varejo não ser
contaminado pelas pressões da Selic”, afirma Thiago Baisch, gerente de
marketing da Colombo, maior rede de eletrônicos do Rio Grande do Sul.
Segundo ele, a varejista também vem tentando manter as suas taxas “até o
limite da capacidade” e não alterou os juros. “Mas podemos ser impelidos a
mexer nas nossas no futuro”. Com a profusão de planos oferecidos pelos
varejistas, que cobram juros diferentes de acordo com os prazos e as formas
de pagamento (cartão de crédito e carnê), está cada vez mais difícil
identificar os reajustes.
FONTE: Jornal Valor Econômico
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Adicionar comentário 26 de Setembro de 2008 às 17:20 admin

Ataque e contra-ataque Online - tudo no no mesmo dia…

ecommerce - ecommerce
Dia agitado no mercado de e-commerce hoje. Duas notas publicadas na versão online da Exame citam 2 dos 3 maiores varejistas do país:
Pão de Açúcar investirá R$ 40 mi em comércio eletrônico | 25.09.2008 | 16h23
por Rodrigo Petry, AE
O Grupo Pão de Açúcar anunciou hoje que investirá R$ 40 milhões na área de e-commerce (realização de negócios por meio da internet) até 2010. Os recursos serão destinados principalmente para reduzir o tempo de entrega dos pedidos, informou a empresa em comunicado à imprensa. A expectativa do grupo com a ação é elevar de 2% para 4% a participação desse tipo de comércio sobre as vendas brutas nos próximos dois anos.O lançamento da “Entrega Extra Rápida” vai proporcionar aos clientes que realizarem compras na cidade de São Paulo, até as 15h, a entrega do pedido no mesmo dia. Já em capitais, como da região Nordeste, as encomendas que levam até 8 dias úteis serão entregues em apenas 1 dia, diz a nota.A empresa busca disponibilizar ainda até dezembro 50 mil itens em seus portais de venda na internet. A nova categoria que será incluída é a de livros. Somente no primeiro semestre deste ano o crescimento das vendas da loja

Wal-Mart parte para varejo online no Brasil em plano de expansão | 25 de Setembro de 2008 | 14:35
Por Todd Benson - Reuters
A maior rede de varejo do mundo, a Wal-Mart Stores, lançou nesta quinta-feira um site de comércio eletrônico, na expectativa de ampliar seu alcance no Brasil em um momento de forte aumento na demanda dos consumidores.
A entrada da companhia no varejo online brasileiro é parte de uma agressiva estratégia de expansão no maior país da América Latina, onde a rede norte-americana está investindo milhões de dólares e obtendo taxas de crescimento de suas vendas duas vezes maior do que o apurado nos Estados Unidos.
“O Brasil é um mercado estratégico para o Wal-Mart e estarmos em comércio eletrônico é uma parte importante de nossa estratégia de crescimento aqui”, disse Héctor Nunez, presidente-executivo do Wal-Mart no Brasil.
A rede, que abriu sua primeira loja no país em 1995, em São Paulo, tem atualmente 322 lojas em 17 Estados brasileiros.
A companhia espera abrir mais 24 lojas no Brasil até o final deste ano, que são parte de 1,2 bilhão de reais em investimentos programados para o ano. Em 2009, a empresa planeja investir 1,8 bilhão de reais na abertura de 80 a 90 lojas.
O Wal-Mart investiu 25 milhões de reais no desenvolvimento do site de varejo online, www.walmart.com.br.. Nunez afirmou que o site oferecerá os preços mais baixos entre os varejistas eletrônicos do país, que tem registrado crescimento do comércio digital de mais de 30 por cento nos últimos anos.
Perguntado se a possibilidade de uma redução no ritmo de crescimento do Brasil poderia ameaçar os planos de expansão da empresa no país, Nunez afirmou que a companhia tem confiança de que seu modelo de preços baixos continuará atraindo consumidores.
“Continuaremos com nosso plano de expansão e vamos continuar investindo no país”, disse o executivo. “O consumo ainda está crescendo e com isso nossas vendas também.”
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,6 por cento no segundo trimestre em relação aos três primeiros meses do ano e 6,1 por cento em relação ao mesmo período de 2007. Analistas acreditam que a economia poderá crescer mais de 5 por cento este ano.

CONCORRÊNCIA

O site do Wal-Mart vai competir com rivais estabelecidos há anos no varejo eletrônico brasileiro. Entre eles, o Extra.com.br, do grupo Pão de Açúcar, que anunciou também nesta quinta-feira serviço de entregas expressas.
A empresa pretende investir 40 milhões de reais na área de comércio eletrônico até 2010. Segundo a companhia, até o final do ano o site do Extra terá disponíveis 50 mil itens, frente aos 20 mil agora.
O Pão de Açúcar espera que o canal eletrônico mais que dobre sua participação no faturamento do grupo em relação a 2007, quando a fatia do varejo online correspondeu a 2 por cento das vendas totais da empresa.

Adicionar comentário 25 de Setembro de 2008 às 17:58 admin

Grandes redes trocam o tradicional hipermercado pelo novo “atacarejo”

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As três grandes varejistas - Carrefour, Wal-Mart e Grupo Pão de Açúcar - estão convertendo hipermercados convencionais para as suas marcas de “atacarejo”, um formato tipicamente brasileiro, voltado para a população de baixa renda, e que mistura loja de atacado e supermercado. A mudança de bandeira mostra resultados surpreendentes. As três lojas do Pão de Açúcar que foram convertidas neste ano para a bandeira Assai, marca de atacarejo comprada pelo grupo em 2007, registram crescimento de 300% nas vendas, informa a companhia. O Wal-Mart também resolveu transformar dois hipermercados da rede Bompreço na Bahia em unidades do Maxxi, marca de atacarejo que foi adquirida pela multinacional em 2004 e que, até agora, só estava presente na região Sul. Hoje serão inauguradas as lojas que foram convertidas em Salvador e Lauro de Freitas, cidade vizinha à capital baiana.
Essas são as primeiras lojas da marca Maxxi fora da região Sul. Em breve, a bandeira deve entrar em outras capitais do Nordeste, como Fortaleza. Além de expandir o formato de atacarejo, o Wal-Mart também planeja entrar em um novo segmento no país. A multinacional deve anunciar hoje o lançamento de sua loja virtual no Brasil Segundo Marcelo Vienna, que assumiu a vice-presidência de operações da rede Maxxi, o Wal-Mart finalizou recentemente um estudo para a padronização das lojas de atacarejo, um negócio que, por ser ainda muito novo, existe pouco conhecimento a respeito.
“Criamos dois grandes protótipos, um para lojas de 5 mil metros quadrados e outro para unidades de 3 mil metros quadrados”, disse o executivo ao Valor .O Maxxi, que antes pertencia ao Sonae, originou-se da conversação de antigos supermercados, de diferentes redes, que foram adquiridos no passado pelo grupo português na região Sul. Por isso, a rede não possuía um formato e um conceito muito claros. O Wal-Mart prevê abrir neste ano 10 unidades do Maxxi, número que inclui a conversão das lojas da Bahia. O primeiro que converteu suas lojas para o modelo de atacarejo foi o Carrefour, que comprou o Atacadão no Brasil em 2007 e transformou-se, com a aquisição, na maior varejista do país. Três unidades que antes operavam com bandeira Carrefour foram convertidas para o modelo Atacadão no primeiro semestre. A multinacional francesa prevê que há espaço para trocar as marcas de pelo menos outras nove lojas no país. Segundo as demonstrações financeiras divulgadas pela rede, na França, as unidades convertidas para o Atacadão mostram um “excelente” desempenho, com aumento nas vendas de 25,8%. As lojas que misturam vendas no atacado e no varejo estão fazendo muito sucesso em Salvador. Redes como Atacadão (do Carrefour) Mercantil Rodrigues (da chilena Cencosud) e Atakarejo, são muito procuradas e não só pela população de baixa renda. Com o lançamento do Maxxi - os investimentos feitos nas duas lojas de Salvador foram de R$ 30 milhões - o Wal-Mart vai disputar também esse consumidor. Atualmente a varejista já tem um supermercado que vende no atacado na capital baiana, a bandeira Sam’s Club. Esse empreendimento, contudo, é mais voltado ao público das classes A e B. A promessa do Wal-Mart é oferecer, nas lojas do Maxxi, preços 5% mais baixos do que a média dos outros atacadistas da região.
Fonte: Jornal Valor Econômico

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Carrefour lança Marca Própria de móveis

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O Carrefour investe no segmento de Jardim & Decoração lançando uma nova
marca própria. A Jardim & Deco inicia com um portfólio de móveis para
jardim, varanda e piscina e tem como público-alvo as classes A e B. A
entrada da nova marca na rede varejista apresentará um aumento de 30% no
sortimento na categoria móveis e deve gerar um aumento de 40% nas vendas
neste mercado, segundo o Carrefour.
Os produtos da nova linha foram desenvolvidos foram fabricados especialmente
para a Jardim & Deco na Tailândia, no Vietnã e na China, além do Brasil.
Atualmente, o Carrefour possui cerca de 14.300 produtos de marca própria no
mercado.
fonte: Mundo do Marketing

Adicionar comentário às 15:40 admin

Natal será crítico para o setor de varejo

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Para muitos dos varejistas do país, o próximo período das festas de fim de
ano começa a se delinear como o mais crítico desde a recessão no início dos
anos 80. As redes que já não são muito lucrativas poderão acabar sendo os
fantasmas de Natais passados.
Os comerciantes de varejo não apenas lutam com uma economia desacelerada e
consumidores mão-fechada, mas a crise de crédito dificulta que financiem
suas operações. A maioria dos varejistas que ainda não quebraram conseguiram
adquirir seus estoques de inverno, mas isso ocorreu antes que Wall Street
caísse de joelhos.
Com o arrocho do crédito persistindo, os profissionais do setor agora pensam
que qualquer rede de varejo fraca que apresente um desempenho abaixo da
média para o Natal será uma candidata ao colapso no início do próximo ano.
“As equipes gerenciais de algumas das principais lojas de departamentos
aguardam com ansiedade um número significativo de fechamentos de lojas ou
mesmo colapsos”, disse Bill Dreher, analista da Deutsche Bank Securities.
“Haverá muita participação de mercado a ser preenchida.”
Pedido de concordata
Já mais de uma dúzia de redes de varejo recorreram ao Chapter 11 este ano,
incluindo Boscov’s, Mervyn’s, Steve & Barry’s, Linen’s Things e Sharper
Image. Isso é o dobro do volume de pedidos do ano passado, segundo o
International Council of Shopping Centers, grupo do setor. E uma nova leva é
aguardada em fevereiro e março.
“Todos irão evitar qualquer fechamento ou pedido de concordata pelo maior
tempo possível, agora que estão às portas das festas de fim de ano”, disse
John D. Morris, analista do Wachovia.
Falam analistas
Analistas e consultores do setor de varejo informaram que as redes fracas
que estão perdendo participação de mercado incluem as lojas de departamentos
Bon-Ton e Gottschalks e a de descontos Stein Mart. Também citaram Sears
Holdings, Dillard’s, Pacific Sunwear e Coldwater Crek como de pobre
desempenho.
Antony Karabus, principal executivo da Karabus Management, que presta
consultoria aos varejistas, disse que um dos motivos de algumas redes
estarem mal é o fato de que faturaram muito na época das vacas gordas e
compraram mais imóveis do que podiam. ” Muitas pessoas foram seduzidas pela
facilidade de contrair dívididas com taxas relativamente baixas”, explicou.
Por exemplo, a Boscov’s adquiriu cerca de 10 lojas e no momento vende o
mesmo volume de propriedades. A Bon-Ton, que em agosto registrou um recuo de
10,3% nas lojas abertas a pelo menos um ano, importante indicador da saúde
varejista, comprou dúzias de lojas da Saks.
Embora as recentes cifras das empresas varejistas mencionadas sejam
inferiores as do ano passado, as redes argumentam que não estão nPor
exemplo, quando algumas de suas classificações de dívida foram rebaixadas na
semana passada, a Sears Holdings divulgou um informe dizendo estar sendo
injustamente tratada, e observando que outras companhias também estavam
sendo afetadas pelos altos níveis de dívida assumidos nos último anos. A
Sears diz que gerou US$ 5,2 bilhões em recursos operacionais desde que a
rede Sears se combinou com a Kmart para formar a Sears Holdings, em 2005, e
que gerou US$ 1,5 bilhão em recursos no ano passado.
Estrutura de capital
Um porta-voz da empresa se recusou a fornecer maiores detalhes sobre o
informe, e alegou que a Sears ” mantém com consistência uma forte estrutura
de capital e gera um fluxo de caixa significativo proveniente das
operações.”
Embora o Natal seja tradicionalmente a época do ano quando os varejistas
captam grande parte de seu lucro, este ano terão que se contentar com um
cenário de vendas fracas. Estima-se que os consumidores, sentindo os efeitos
do arrocho de crédito e da inflação, continuem a se direcionar para os
artigos e redes de preços mais baixos, e a reduzir o número de presentes
caros. A National Retail Federation prognosticou que as vendas de fim de ano
crescerão magros 2,2% este ano, muito abaixo da média de 10 anos de 4,4%.
Fonte: Gazeta Mercantil/ The New York Times

Adicionar comentário 24 de Setembro de 2008 às 16:41 admin

IMC compra Frango Assado

foto 120 - foto 120
A International Meal Company (IMC), holding criada pelo fundo de private
equity Advent para gerenciar seus negócios na área de alimentação, acabou de
fechar a compra da rede Frango Assado, dona de 12 restaurantes localizados
em estradas do Estado de São Paulo. Os valores da operação não foram
divulgados. “Estávamos em contato com várias companhias e a que tinha mais
potencial era justamente a Frango Assado”, diz Peter Furukawa, presidente da
IMC no Brasil. A meta agora é abrir três novas unidades no Estado
de São Paulo até o final de 2009 e, depois disso, iniciar a expansão para
outras regiões do país. A lógica do negócio parte do fato de que os serviços
nas estradas brasileiras é, em geral, de baixa qualidade e, com o aumento do
tráfego, há um grande contingente de consumidores que não estão sendo bem
atendidos. A Frango Assado é a terceira rede a ser adquirida pela IMC no
Brasil. Em abril de 2007, a IMC comprou a RA, dona das marcas Brunella e
Black Coffee e líder nos aeroportos de Guarulhos e Congonhas, em São Paulo.
No final do ano passado, foi a vez da cadeia de restaurantes e cafés Viena,
forte em São Paulo e com presença no Rio de Janeiro. Fora do Brasil, a IMC
tem presença no México, Porto Rico e República Dominicana.
fonte: Portal Exame
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Adicionar comentário 23 de Setembro de 2008 às 16:41 admin

Magazine Luiza estréia em SP com filas de compradores

foto 119 - foto 119
As 44 lojas do Magazine Luiza inauguradas simultaneamente ontem, na Grande
São Paulo, atraíram a atenção dos paulistanos, tanto que, em algumas, a fila
de clientes para entrar nas lojas dobrava o quarteirão. O interesse dos
consumidores pela novidade e o apetite pelas compras lembravam as grandes
liquidações de final de ano. A empresa não divulgou o volume de vendas, mas
na filial de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista, instalada próxima
às concorrentes Casas Bahia, Ponto Frio e Lojas Marabraz, as peças de
mostruário foram comercializadas antes do meio-dia. Com as
inaugurações na região metropolitana de São Paulo, o Magazine Luiza passa a
contar com 441 lojas, espalhadas por sete estados.”O movimento superou as
expectativas. O volume de clientes e compras foi muito bom. Não temos mais
produtos disponíveis para pronta-entrega e o que for vendido daqui para a
frente será recebido pelos clientes em sua casa, sem ônus algum”, disse
Maria Abadia Stefane, gerente da loja do bairro de Pinheiros.De acordo com a
gestora, depois do faturamento os pedidos são encaminhados ao centro de
distribuição de Louveira (SP) - a 30 minutos da capital -, responsável pelo
abastecimento das novas unidades paulistas. O empreendimento de 280 mil
metros quadrados foi construído no final do ano passado e demandou
investimentos na ordem de R$ 57 milhões. Foram disponibilizados 420
caminhões para atender a região.A falta de produtos anunciados foi a queixa
da aposentada Maria Teresa, que não conseguiu comprar um rádio portátil
Gradiente anunciado no tablóide de ofertas. “A vendedora me disse que não
havia mais aquele modelo disponível no estoque. Tive de comprar um da
Britânia”, contou. Também cliente das redes Marabraz, Casas Bahia, Extra e
Carrefour, ela diz ter gostado das promoções, mas lamentou não ter a marca
escolhida.Mesmo sem atender a todos os consumidores, por falta de produtos
disponíveis nas prateleiras, decorrente da forte demanda, a companhia está
otimista com os resultados do primeiro dia de operação na região. “Prevemos
um grande faturamento nesta primeira semana, porém, a proposta é um trabalho
de resultados a longo prazo, e não imediatos, alcançando, assim, a
consolidação de nossa marca junto ao público paulistano”, ressaltou
Frederico Trajano, diretor de Marketing e Vendas do Magazine Luiza. A
superintendente da rede, Luiza Helena Trajano, completa: “O mercado paulista
tem grande potencial a ser explorado. Nossa marca é o jeito de ser e
vender”.Pela manhã, os clientes que entravam nas lojas eram recepcionados
com suco de laranja, salgados e rosas. Na festa de abertura houve ainda
distribuição de pipoca, algodão-doce e palhaços. De acordo com a gerente
Maria Abadia, os produtos mais vendidos na loja de Pinheiros foram
televisores com tela LDC, eletroportáteis, DVDs e móveis.
Concorrência
A chegada da terceira maior varejista do setor a São Paulo também aqueceu as
vendas dos concorrentes. Segunda-feira costuma ser um dia de pouco movimento
para o setor, dizem gerentes de loja ouvidos pelo DCI. Mas redes como Casas
Bahia, Ponto Frio e Marabraz afirmaram que o fluxo de clientes e o volume de
vendas aumentou se comparado a um início de semana tradicional.A Casas
Bahia, comandada pelo empresário Michael Klein, com 150 lojas na Grande São
Paulo, anunciou, em resposta à nova concorrente no mercado mais concorrido
do País, promoção com descontos de até 70% em itens como refrigeradores,
microcomputadores, notebooks e fogões. Procurada pela reportagem, a empresa
disse que não se pronunciaria sobre o assunto.Ao que parece, a estratégia
deu certo. O volume de TVs com tela LCD vendido em um ponto-de-venda próximo
ao Magazine foi 70% maior em relação ao da semana passada, segundo a
vendedora Maria do Socorro Ferreira. Em outra loja, também na mesma rua,
outra funcionária disse que chegaram geladeiras frost-free da Electrolux com
valor R$ 500 mais baixo em relação às vendidas anteriormente. As lojas da
Casas Bahia também estavam decoradas para atrair o cliente.O subgerente do
Ponto Frio, Márcio Ramos, informou que “as vendas aumentaram 10% e que a
política é cobrir as ofertas das redes concorrentes”.Na Lojas Marabraz, as
vendas foram 30% maiores e o fluxo de clientes cresceu 15%, segundo Gilmar
Melo, supervisor da loja.
FONTE: Jornal DCI

Adicionar comentário às 10:41 admin

Starbucks negocia instalar cafés no Pão de Açúcar

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Com 11 lojas em São Paulo, a Starbucks avalia agora instalar suas cafeterias dentro de supermercados, o que abre as alternativas para a expansão da rede americana no mercado brasileiro. As primeiras conversas estão sendo tratadas, por enquanto, com o Pão de Açúcar, rede escolhida por atrair o que a cafeteria americana considera ser o seu público-alvo, segundo apurou o Valor. Além das lojas de ruas e em shoppings, a Starbucks possui três cafeterias dentro de livrarias da Saraiva em São Paulo e Campinas. Por enquanto, o Pão de Açúcar e a Starbucks estudam como colocar a estratégia em prática. A idéia da Starbucks é escolher um dos supermercados da rede como modelo e, a partir da primeira experiência, expandir a parceria para outros pontos. Uma das lojas cogitadas, e de preferência da Starbucks, é a do Pão de Açúcar Portal do Morumbi, localizado em frente ao condomínio de mesmo nome, na zona sul de São Paulo, numa região que vem atraindo apartamentos de alto padrão. No caso da loja Portal do Morumbi, o café da Starbucks seria servido no espaço atualmente ocupado pela cafeteria do próprio Pão de Açúcar, onde cerca de seis mesas são disputadas todos os dias de manhã por grupos em reuniões informais, leitores de jornais e revistas ou por pessoas que se sentam e para tomar café com os olhos pregados no notebook. Foi exatamente nesse local que representantes da cadeia de supermercados e da rede de cafeterias se reuniram para discutir o assunto na manhã da última sexta-feira. Um dos problemas levantados é que a instalação da Starbucks no Portal do Morumbi demandaria 60 dias de reforma e interditaria, por um período de cerca de 45 dias, o café já conhecido e bem-freqüentado dentro da loja. Representantes do Pão de Açúcar que participam das primeiras conversas com a rede de cafeterias não consideram essa interrupção interessante e sugerem que a parceria poderia ser inaugurada numa loja em que não houvesse necessidade de suspender o serviço de café. Por isso a loja do Morumbi, localizada próxima ao estádio do Morumbi, seria a alternativa. Um dos pontos ainda em discussão é a eventual necessidade de criar uma marca que reúna os nomes do Pão de Açúcar e da Starbucks. A cafeteria americana acredita, porém, que não há necessidade de estabelecer essa marca conjunta. A solução seria divulgar as novas lojas usando a mesma estratégia das cafeterias existentes nas megastores da Saraiva. Neste caso, não foi necessária a elaboração de uma marca conjunta. “O consumidor não mistura as duas coisas. Ele sabe que Saraiva e Starbucks são coisas separadas”, declarou um dos representantes da rede, durante a reunião com o Pão de Açúcar. Uma das preocupações é modelar as instalações com a decoração que caracteriza as lojas Starbucks. Procurados pelo Valor, os porta-vozes da Starbucks e do Pão de Açúcar não se pronunciaram a respeito do assunto.
Fonte: Valor Econômico

Adicionar comentário 22 de Setembro de 2008 às 16:52 admin

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