
RIO - A Expo Pharma 2008 vai investir num novo varejo. Em conjunto com o
Sebrae-RJ e a Universidade Estácio de Sá estará promovendo o ‘Meeting Expo
Pharma’ e o Fórum de Gestão do Mercado da Beleza HPC’, dois eventos
paralelos com várias palestras gratuitas e voltados para uma nova forma de
gestão. Leia o restante deste artigo »

A Globex, controladora da rede Ponto Frio, vai acelerar o processo de
fechamento de lojas que apresentem baixa performance de vendas e
rentabilidade, disse em teleconferência com analistas financeiros o diretor
presidente da companhia, Manoel Amorim. Segundo ele, essas lojas serão
substituídas por outras localizadas em regiões onde as classes A, B e C
representem mais de 50% entre o público consumidor potencial. Leia o restante deste artigo »

Com apenas 13 anos de existência, o varejo eletrônico deve alcançar
faturamento digno de empresas do mundo real: R$ 8,5 bilhões, um aumento de
35% em relação a 2007. A estimativa é da empresa de informações de comércio
eletrônico E-bit, ligada à Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico,
principal entidade multissetorial da economia digital na América Latina.
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Até uns meses at´ras, toda vez que o computador da família Abussanra
quebrava, era preciso solicitar a ajuda do filho do porteiro para repará-lo.
Estudante de um curso técnico em mecânica, o garoto tinha conhecimentos
limitados em informática, mas acabava “quebrando um galho”. Assim como os
Abussanra, na falta de um serviço profissional, diversas pessoas costumavam
apelar a amadores ou oficinas de bairro para resolver problemas de
manutenção e instalação de eletroeletrônicos. Desde março, porém, esse
processo informal começou a ganhar ares de negócio. Leia o restante deste artigo »

Luiza estréia dia 13 na Grande São Paulo
O Magazine Luiza, que montou uma estratégia ousada e cercada de sigilo para
abrir ao mesmo tempo entre 50 e 55 lojas na Grande São Paulo, marcou a data
da inauguração para 13 de setembro, segundo o Valor apurou. No entanto,
fontes do setor informam que a empresa enfrenta contratempos no andamento
das obras em alguns endereços e é possível que nem todos os pontos-de-venda
estejam concluídos a tempo. Duas lojas ficarão em shopping centers, uma no
Aricanduva e outra no Internacional, em Guarulhos. Em várias obras, a
empresa já informa nos tapumes que ali será uma nova unidade do Magazine
Luiza. Pelo menos 25 pontos eram antigas unidades da rede Kolumbus. Em Poá,
as obras foram concluídas e já há mercadorias na loja.
Fonte: Valor Econômico

Passados apenas 22 dias desde que decidiu, contra o consenso, aumentar a
dose do aperto monetário, o Banco Central já perdeu os seus dois pontos de
apoio para justificá-la sem que um terceiro, novo, esteja maduro o
suficiente para sustentar um discurso conservador coerente. A muleta do
choque de commodities já foi chutada para longe. A retórica trovejante da
demanda interna em ebulição, já questionada seriamente pelos não-alinhados,
foi emudecida pelos dados nacionais sobre as vendas varejistas feitas no
último mês do primeiro semestre. O fator novo capaz de, no futuro, dar razão
ao rigor monetarista - a alta do dólar - ainda se mostra incipiente e
tateante. De resto, a sua invocação oficial seria incompatível com a
descuidada manipulação dos efeitos sobre a economia do déficit em conta
corrente. Se nada de dramático surgir até o dia 10 de setembro, data do
próximo Copom, será difícil achar pretextos racionais para manter o ritmo de
aceleração da Selic no 0,75 ponto inaugurado há 22 dias. Será aliás difícil
encontrar argumentos para amparar qualquer tipo de arrocho. Mas o Copom
precisa de pretextos? Leia o restante deste artigo »

A forte demanda doméstica garantiu ao setor varejista brasileiro novo
recorde de vendas na primeira metade do ano, mostraram dados divulgados
nesta quinta-feira.
As vendas do comércio no país cresceram 1,3 por cento em junho ante maio, o
que garantiu um ganho de 10,6 por cento no primeiro semestre informou o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O avanço apurado na
primeira metade do ano é o maior já registrado pelo IBGE desde o início da
série, em 2001. A alta em junho foi a maior apurada desde janeiro, quando as
vendas do setor cresceram 2 por cento. Na comparação com o mesmo período do
ano passado, as vendas do setor apresentaram uma taxa de expansão de 8,2 por
cento. Nos últimos 12 meses, o setor acumula um ganho de 10,1 por cento em
suas vendas. A receita nominal do setor cresceu 2,5 por cento entre maio e
junho, acumulando no primeiro semestre uma alta de 15,9 por cento. Nos
últimos 12 meses, a receita teve um avanço de 14,5 por cento. O Banco
Central tem alertado sobre o forte ritmo da demanda doméstica, um dos
componentes do repique inflacionário registrado este ano.
Por conta do aumento dos preços, o Comitê de Política Monetária (Copom) do
BC iniciou em abril um ciclo de aperto monetário, com o objetivo de trazer a
inflação de volta ao patamar de 4,5 por cento a partir de 2009.
Fonte: O Estado de São Paulo

A partir do ano que vem, cerca de 10 milhões de brasileiros que trabalham
informalmente como feirantes, ambulantes, costureiras, artesãos, entre
outras atividades, poderão se tornar microempresários. A inclusão de
trabalhadores autônomos ou de pequenos negócios com dois funcionários na
formalidade faz parte do Projeto de Lei Complementar 02/07, aprovado ontem
na Câmara dos Deputados. A proposta que regulamenta a figura do
microempreendedor individual (MEI) agora segue para votação no
Senado. Leia o restante deste artigo »
O Wal-Mart, maior rede de varejo do mundo, pretende investir um valor
recorde de 1,6 bilhão a 1,8 bilhão de reais no Brasil no próximo ano. A
cifra é a maior já aportada pela empresa americana desde que iniciou suas
operações no país em 1995. Para se ter uma idéia, nos últimos quatro anos, a
companhia investiu cerca de 3 bilhões no Brasil. Com os recursos, serão
abertas de 80 a 90 lojas. O anúncio foi feito ao presidente Luiz Inácio Lula
da Silva nesta quarta-feira (13/8) pela cúpula do Wal-Mart. Participaram do
encontro, os presidentes da rede no país, Hector Núñez, das Américas, Craig
Herkert, e do Wal-Mart Internacional, Michael Duke. Leia o restante deste artigo »

Na queda-de-braço com a indústria para saber quem paga a conta gerada pela
alta dos preços das commodities, o varejo tem mostrado grande poder de
resistência. Nas mesas de negociação, as novas tabelas de preços
apresentadas pelos fabricantes têm sido recusadas total ou parcialmente. Com
a dificuldade de repassar os novos custos ao consumidor final, as redes de
varejo deixaram de comprar alguns produtos, substituíram outros por marcas
mais baratas e até trocaram de fornecedor. Leia o restante deste artigo »