
A marca de roupas Renner contratou Madonna para estrelar sua nova campanha
publicitária. A informação foi divulgada pela coluna Última Moda e também
confirma o patrocínio do anunciante aos shows de Madonna no Rio de Janeiro e
em São Paulo, previstos para dezembro. Especulações diziam sobre um total de
R$ 10 milhões. Segundo informa a colunista do jornal Folha de S.Paulo,
Mônica Bergamo, quatro empresas estariam envolvidas num esforço para bancar
a vinda da cantora por R$ 20 milhões.
FONTE: Adnews
8 de Agosto de 2008 às 17:20
admin

O segmento de lojas de materiais de construção ficará mais acirrado com as
gigantes americanas do setor Home Depot e Lowe’s em busca de oportunidades
para iniciar suas operações no País até 2009, mesmo depois dos anúncios das
líderes nacionais desse mercado de que buscam ampliar a atuação em outros
segmentos, como o de tecnologia, além de crescerem em escala por meio de
aquisições, sem negar planos de abrir capital. A chegada ao Brasil e a
expansão das operações no mercado latino-americano será uma alternativa para
as redes crescerem, uma vez que nos Estados Unidos o setor amarga uma forte
retração devido à crise do mercado imobiliário. Segundo o sócio
sênior da consultoria Gouvêa de Souza, Alexandre Cassiano Horta, “o mercado
brasileiro está bastante atrativo e apresenta excelentes oportunidades para
novos players, já que as grandes redes detêm apenas 15% do mercado
nacional”, analisou. Em São Paulo, a Telhanorte, Dicico, C&C Casa e
Construção e a Leroy Merlin, ocupam apenas 25% do mercado do mercado de home
centers, como são chamadas essas grandes lojas.Terceira maior varejista do
mundo, e também de olho nos países, entre eles provavelmente o mercado
brasileiro, a Home Depot é uma rede de lojas de materiais de construção e
decoração que faturou aproximadamente US$ 77,3 bilhões em 2007 e possui 2,3
mil pontos-de-venda nos Estados Unidos, no Canadá, em Porto Rico, na China e
no México.O executivo da Gouvêa de Souza lembra que a companhia chegou a
fazer uma investida na América do Sul, pelo Chile, mas não obteve bons
resultados, retirando suas operações daquele país. “O mercado chileno é
bastante concentrado neste setor, apresentando menos oportunidades quando
comprado ao brasileiro”, afirmou Horta.No último mês de maio, a empresa
anunciou a redução que reduzirá em US$ 1 bilhão o investimento em novas
lojas durante os próximos três anos. Tanto que este ano investirá nas
operações mexicanas, com previsão de chegar a 10 lojas este ano.
SONDAGEM
Especialistas do setor apontam de que a Home Depot vem perdendo mercado para
sua rival americana, Lowe’s, que investe em business intelligence para
aprimorar seus resultados. Considerada a segunda maior rede de materiais
para construção, a Lowe’s - que faturou no último ano fiscal cerca de US$
48,2 bilhões - participará, em setembro, do 11º Fórum de Varejo da América
Latina, promovido pela Gouvêa de Souza, em São Paulo.Para Rodrigo Braga,
responsável pela área de varejo da SAS Brasil, empresa de soluções de
business intelligence, “esta será uma oportunidade para os executivos
conhecerem melhor o mercado”. O consultor Alexandre Horta estima que as
redes poderão seguir o exemplo da supermercadista Wal-Mart, presente em 15
países, que adaptou seu modelo de negócios à realidade do mercado
brasileiro. No ano passado, a rede faturou R$ 15 bilhões no Brasil, sua
quarta maior do mundo.”Essas empresas podem estar em negociação com redes
brasileiras ou entrarão no mercado com operações próprias. Em São Paulo, o
espaço para instalar um home center é escasso e caro demais, por isso
qualquer movimento deve ser muito bem estudado”, ponderou Horta. De acordo
com o consultor, uma solução seria comprar empresas menores no mercado
paulista, restrito com o crescimento contínuo das grandes redes do
setor.Cláudio Conz, presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de
Material de Construção (Anamaco), endossa a opinião e afirma que os players
brasileiros estão bem. “A mais viável seria comprar alguém, até porque a
Home Depot e a Lowe’s são voltadas para o atendimento ao profissional da
construção, enquanto 77% do material de construção consumido no Brasil é
comprado pelo consumidor final.”
CONCORRÊNCIA
De olho na concorrência, e principalmente na expansão do mercado, que prevê
crescer 9,5% este ano, em relação a 2007, a Dicico, presidida por Dimitrios
Markakis, investirá até o final de 2009 cerca de R$ 160 milhões na
construção de 40 novas unidades entre a capital paulista e a Grande São
Paulo, totalizando 70 lojas. A varejista amplia atuação ao criar uma empresa
de tecnologia, a Constru Software, com aporte de R$ 10 milhões. A rede vai
na contramão da concorrente Telhanorte, que acaba de adquirir oito lojas da
rede paulista Center Líder.”Para impulsionar o crescimento da rede, em 2011
abriremos capital na bolsa de valores. Desta forma cresceremos fora de São
Paulo, chegando a Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro”, disse o executivo,
em entrevista ao DCI. Este ano a empresa prevê faturar R$ 720 milhões, valor
44% maior frente ao de 2007. Para 2010, a meta é chegar a R$ 1,5
bilhão.Markakis ressalta que a empresa se prepara para acompanhar o ritmo de
crescimento previsto no setor, e investiu R$ 17 milhões em um centro de
distribuição (CD) em Guarulhos (SP), além da ampliação de um outro CD. A
estratégia é fugir do trânsito intenso da capital paulista e ficar perto de
outros estados.A respeito da Constru Software, a expectativa é de que no
primeiro ano de operação a receita chegue a R$ 40 milhões, crescendo 40% ao
ano. “Estamos finalizando a implantação do sistema e nos próximos dias
fecharemos 12 contratos com o varejo”, revelou o presidente da Dicico.
Segundo ele, as necessidades da rede não estavam supridas no aspecto
tecnológico, por isso foi tomada a decisão de criar uma empresa, que opera
com a aprovação da fabricante de sistemas de gestão SAP.O empresário disse
também que o aumento da taxa básica de juros “não influenciará as empresas
que se estruturaram e compraram materiais com antecedência”. No entanto, não
descarta um reflexo a médio prazo. Sobre a entrada de novos players no
mercado, Markakis diz: “É bom para o mercado, pois gera competitividade.
Adoramos quando entram novas empresas que jogam da maneira certa. A
complicação é receber esses concorrentes no nosso quintal”, finaliza.
C&C INVESTIRÁ R$ 15 MI EM NOVA LOJA NO RIO DE JANEIRO
A C&C Casa e Construção aposta na remodelação das lojas para facilitar o
atendimento ao cliente. Jorge Gonçalves Dias, diretor geral da rede,
explicou ao DCI que não acredita ter perdido posição no ranking do setor
para a Telhanorte, depois desta anunciar a aquisição de uma rede paulista,
mas que agora vai priorizar a divisão dos produtos por setores como banheiro
e casa, por exemplo, para impulsionar as vendas. O conceito diferenciado de
loja surgiu ano passado, com a abertura de uma loja na Rodovia Dom Pedro
(SP).”Em até um ano nossas 39 lojas estarão totalmente reformadas”, afirmou.
O investimento na 8ª unidade carioca, em Duque de Caxias (RJ) será cerca de
R$ 15 milhões. Em São Paulo, a C&C também prepara a inauguração de mais um
ponto-de-venda - porém o local não foi revelado.Entre os demais
investimentos da companhia, está o aprimoramento do canal de vendas pela
Internet, que responde por uma boa fatia no faturamento da empresa, mantido
em segredo pelo diretor. Para aumentar a visibilidade da empresa, uma das
prioridades é o segmento marca própria, cuja linha conta com aproximadamente
800 produtos. “O mix de produtos com marcas C&C serão incrementados em 50%
este ano. Estamos negociando com fornecedores”, disse.
fonte: DCI, Comércio
às 15:40
admin

O varejo perde, em média, 26% de produtividade em seus check-outs, devido a
problemas na leitura do código de barras, revelou um estudo coordenado pela
GS1 Brasil (Associação Brasileira de Automação). Em uma loja com dez caixas,
por exemplo, isso representa 4,6 horas desperdiçadas por dia. A pesquisa
constatou ainda que, se o código de barras não der leitura na primeira
passagem, o operador de caixa leva, em média, 23 segundos para resolver o
problema.
Resultado: as filas aumentam, o atendimento piora e os clientes se sentam
insatisfeitos. Cerca de 20% dos consumidores de supermercados, por exemplo,
revelaram que já ficaram insatisfeitos com códigos de barras de baixa
qualidade. Isso sem falar que a necessidade de passar os produtos inúmeras
vezes pelo leitor ocasiona LER (Lesão por Esforço Repetitivo) nos
funcionários.
Padrão mundial
A numeração de código de barras segue um padrão mundial denominado Sistema
GS1, por meio do qual as empresas estabelecem uma comunicação padrão com os
parceiros da cadeia de suprimentos. Isto permite a transmissão de
informações para empresas de quaisquer países.
Além de fornecer números exclusivos de identificação, o código GS1 viabiliza
a captura de informações adicionais que constam nos computadores das lojas,
tais como preço, data de validade e número de série e lote.
Certificação de código de barras
Com o intuito de corrigir possíveis erros na impressão dos códigos, a GS1
Brasil criou o programa de Certificação de Códigos de Barras, que visa
verificar e atestar a qualidade dos códigos aplicados a itens comerciais e
unidades logísticas, com base em requisitos de negócios e procedimentos e
especificações técnicas internacionais, garantindo, assim, um melhor
desempenho na captura de dados.
Recebem a Certificação de Qualidade os códigos de barras aprovados pelo
Laboratório de Verificação de Simbologias da associação. O certificado
emitido para um código poderá ser apresentado a diferentes parceiros
comerciais, inclusive para fins de exportação e importação.
às 13:00
admin