Arquivo de Agosto de 2008

Lucro do Carrefour sobe 3% no 1º semestre a US$ 1,1 bi

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A varejista francesa Carrefour informou que obteve lucro líquido de 752 milhões de euros (US$ 1,1 bilhão) no primeiro semestre deste ano, um aumento de 3,2% na comparação com o montante de 729 milhões de euros de igual período do ano passado.Em comunicado, o executivo-chefe do grupo, Jose Luis Duran, disse que os resultados da companhia foram os “melhores para um primeiro semestre desde 2005″ e que está confiante em que o grupo irá
cumprir suas metas para o ano apesar das incertezas do mercado.O lucro
operacional aumentou 5,3% nessa base de comparação, passando de 1,33 bilhão
de euros para 1,4 bilhão de euros, ficando em linha com a média das
previsões de analistas consultados pela Dow Jones.O Carrefour também
anunciou que espera converter 150 lojas do Champion à marca Carrefour até o
final do ano. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Agência Estado

Adicionar comentário 29 de Agosto de 2008 às 14:40 admin

Cresce prejuízo com furtos e erros operacionais

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O varejo perdeu 1,99%, em média, no ano passado com furto interno, erros
administrativos e quebra operacional, o que representa aumento de 0,13
pontos percentuais em relação a 2006, segundo a 8ª Avaliação de Perdas no
Varejo Brasileiro, realizada pelo Provar (Programa de Administração de
Varejo), da Fundação Instituto de Administração (FIA), em parceria com a
Felisoni & Associados, que avalia causas e investimentos em prevenção de
perdas.
Os principais fatores apontados pelos varejistas atuantes nos segmentos de
vestuário, eletroeletrônicos, farmácias e drogarias, homecenter e material
de construção e supermercado para a variação de perdas totais são falta de
incentivo aos funcionários e de processos de medição de perdas. A maioria
das empresas da amostra é oriunda do segmento supermercadista. “Na prática,
os setores com maior complexidade de gestão de estoque são mais estruturados
na área de prevenção de perdas, já que a maioria conta com interferências
como perecibilidade, mix diverso, processos de transformação e montagem nas
lojas”, explica Claudio Felisoni de Angelo, coordenador geral do Provar. A
pesquisa indica que, em média, as empresas investem em Prevenção de Perdas
0,4% do faturamento líquido. No entanto, ainda 19,1% das empresas
consultadas informaram que ainda não possuem uma área específica para
prevenção.O estudo também revela que vestuário e eletroeletrônicos são os
que mais conseguem identificar a origem das perdas, 43,0% e 26,9%,
respectivamente, enquanto que 52% das perdas não são identificadas pelos
supermercados. Quanto às causas, a avaliação aponta que as ocorrências
relacionadas às ações internas, como furto interno, erros administrativos e
quebra operacional, respondem a 75% das perdas, enquanto que aquelas
associadas a furto externo e fornecedores representam 25%.Dentro desse
contexto, os segmentos de supermercados e homecenter/material de construção
se destacam com um alto percentual na quebra operacional, registrando 43,2%
e 32,91%, respectivamente. Em eletroeletrônicos, as causas mais recorrentes
aparecem nos erros administrativos, 25,8%, e furtos externos, 31,36%. Já as
perdas dos setores drogaria, 32,12%, e vestuário, 35,35%, estão mais
presentes nas ações de furtos externos.
Fonte: Gazeta Mercantil

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APROVARE NO 1º CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE VAREJO

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O Congresso Latino-Americano de Varejo tem como missão promover o conhecimento na área de Varejo, por meio de estímulo à geração, ao
compartilhamento e à divulgação desse conhecimento em todas as suas dimensões e perspectivas, sendo destinado às empresas varejistas de todos os segmentos, fornecedores, fabricantes e prestadores de serviços relacionados ao varejo.

A APROVARE como entidade, apóia esse evento.

Como benefício, os associados da APROVARE obterão desconto de 20% na inscrição, devendo optar pela categoria de pagamento: “Parceiros”, e escrever no campo de observação:
“Parceiros APROVARE - Congresso”

Para saber mais sobre o Congresso,acesse o site www.fgv.br/laretail

Adicionar comentário 28 de Agosto de 2008 às 18:00 admin

O próximo salto de Lemann, Telles e Sicupira

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Dias atrás, o presidente do conselho da Lojas Americanas, Beto Sicupira, fez
uma reunião com os principais executivos da varejista. Ao lado de Jorge
Paulo Lemmann e Marcell Telles, Sicupira é um dos controladores da
Americanas e da AmBev. Durante a reunião, ele falou sobre o avanço da
operação de comércio eletrônico — a B2W, resultado da compra do Submarino
pela americanas.com. No primeiro semestre deste ano, o faturamento da B2W
alcançou quase 2,1 bilhões de reais — contra 2,2 bilhões de reais da
operação tradicional da Americanas.
A diferença foi tão pequena que, segundo executivos próximos à empresa, a
B2W já teria superado a Americanas em julho (as informações oficiais só
serão publicadas no final do terceiro trimestre). A manter esse crescimento,
a B2W deve chegar ao final do ano como a segunda maior empresa de comércio
eletrônico do mundo, atrás apenas da Amazon, que faturou pouco mais de 8,2
bilhões de dólares no primeiro semestre deste ano.
Empolgado com o desempenho do comércio eletrônico, Sicupira relembrou uma
passagem vivida por Marcel Telles pouco tempo depois de a Brahma ter
comprado a Antarctica (formando a AmBev). Telles foi visitar a operação da
Anheuser Busch, nos Estados Unidos e os americanos disseram que, no futuro,
poderiam adquirir a operação brasileira. Marcel, prontamente, disse que
seria mais provável que os brasileiros comprassem a fabricante da Bud. O
tempo provou que ele estava certo
Será que daqui alguns anos o trio vai dar o mesmo salto com a B2W?
Fonte: Portal Exame – Blog por dentro das empresas

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O comércio investe para encantar o consumidor

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Para atender melhor os consumidores e aproveitar a expectativa de aumento
das vendas nas datas comemorativas, os shopping centers e o varejo em geral
investem maciçamente na contratação e na capacitação de novos funcionários.
Dispostos a atuar em todas as frentes, os lojistas também trabalham para o
aprimoramento de suas equipes de trabalho. Já em seu quarto ano,
o Shopping Metrô Tatuapé realiza o programa gratuito Capacitação
Profissional para o Primeiro Emprego. Além de atender a moçada, o curso é
freqüentado também por desempregados. Os candidatos devem ter entre 18 e 35
anos e o ensino médio completo ou em fase de conclusão. O programa é
realizado duas vezes por ano – a próxima turma começa em março de 2009.
Segundo a gerente de marketing do empreendimento, Sylvia Navarro, 550
pessoas já passaram pelo curso, e outras 100 concluirão seus estudos neste
final de semana. Entre os formados, 65% foram contratados por lojas do
shopping. O programa consiste no treinamento nas áreas de estoque, caixa,
atendimento, venda, gerência e código de defesa do consumidor, entre outros.
Mayara Alcione Rodrigues agarrou essa chance e passou a trabalhar no próprio
shopping. Aos 19 anos, depois de concluir o ensino médio e alguns cursos
técnicos, freqüentou o programa quando começou a procurar o primeiro
emprego. “Quando terminei, me chamaram para trabalhar em uma loja
recém-inaugurada, a Chocolataria Dunluce”, conta. Entusiasmada, Mayara fala
na importância do conteúdo ensinado. Agora, pretende entrar em uma
faculdade. O Shopping Metrô Santa Cruz fez uma parceria com o Serviço
Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no primeiro
semestre de 2007. A intenção é melhorar a formação dos lojistas e seus
funcionários. O shopping não divulga quantas pessoas participam da
iniciativa, que oferece palestras sobre o Código de Defesa do Consumidor,
entre outros temas. No Maxi Shopping Jundiaí, foi criado o Programa de
Capacitação para o Atendimento (PCA), destinado a lojistas, gerentes e
funcionários. Ele é constituído de palestras e cursos de capacitação em
atendimento. Já foram treinadas 1,4 mil pessoas. O Sindicato dos
Comerciários de São Paulo já tem parcerias com faculdades, entidades e
empresas para oferecer descontos em cursos técnicos e universitários a seus
associados – esse serviço está sendo ampliado. Além disso, realiza palestras
sobre marketing pessoal e outros temas. Segundo o coordenador do setor
educacional, Wanderley Leite de Barros Júnior, a meta é oferecer cursos aos
funcionários de shopping centers em seus locais de trabalho. A Lojas Renner
lançou a campanha “Você muda de roupa. Elas mudam de vida”. A rede repassou
5% das vendas líquidas das 101 lojas da rede, entre os dias 11 e 14 de
agosto, para projetos sociais destinados a inserir mulheres no mercado de
trabalho, segundo a diretora de Recursos Humanos Clarice Martins.
Fonte: Diário do Comércio

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Holding brasileira compra empresa americana de TI para varejo

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A holding brasileira MAP (Miguel Abuhab Participações) desembolsou US$ 50
milhões e adquiriu a empresa norte-americana de soluções de gestão de supply
chain para varejo Agentrics. A MAP é uma das principais investidoras da
NeoGrid-Mercador, fornecedora nacional de soluções de gerenciamento da
cadeia de suprimentos. O negócio mira a sinergia entre as empresas para
expansão dos negócios em território internacional. As companhias funcionarão
de forma independente, mas terão o empreendedor Miguel Abuhab como
presidente do conselho. Fundada em 2001, a Agentrics atende a 13 das 25
maiores redes de varejo mundiais. Entre seus clientes estão Carrefour, Best
Buy e Diageo.
fonte: Decision Report

Adicionar comentário 26 de Agosto de 2008 às 12:00 admin

Comércio eletrônico desacelera no semestre

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A expansão no faturamento do comércio eletrônico brasileiro ficou mais lento no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2007. A forte base de comparação e a incerteza em relação aos juros no país foram os fatores de maior que mais contribuíram para segurar o ritmo, segundo a consultoria eletrônica e-bit. Ainda assim, o valor médio pago pelos consumidores por transação (tíquete médio) cresceu no semestre.
Entre janeiro e junho, o comércio eletrônico no país registrou faturamento
de R$ 3,8 bilhões, contra R$ 2,6 bilhões de 2007. Isso representa um aumento
de 45%, abaixo da média de expansão de 51% que o setor vinha apresentando no
período nos últimos quatro anos.
“Nos próximos anos a taxa de crescimento do setor deve diminuir de ritmo”,
avalia o diretor-geral do e-bit, Pedro Guasti. “A base de comparação fica
cada vez maior e não é possível manter eternamente taxas de expansão de 51%.
Ainda é possível aumentar o comércio eletrônico no Brasil, mas em um ritmo
menos intenso”.
Embora o aumento nas receitas do comércio eletrônico tenha começado a
desacelerar, Guasti frisa que o tíquete médio do setor cresceu 9% no
semestre. Entre janeiro e junho, os consumidores brasileiros desembolsaram,
em média, R$ 324 em compras na web. Em 2007, o valor foi de R$ 296. Tanto em
2007 como em 2006 o aumento do tíquete médio foi de 3,1%, bem inferior ao
deste ano, de acordo com os dados do e-bit.
“Os consumidores brasileiros têm adquirido produtos de maior valor agregado,
como computadores, celulares e outros eletroeletrônicos, o que contribuiu
para a alta do tíquete médio”, afirma Guasti. As vendas de celulares, em
especial, tiveram participação significativa no desempenho semestral.
A incerteza em relação ao efeito do recente ciclo de alta das taxas de juro
no Brasil e uma possível contaminação pela crise econômica dos EUA levaram a
consultoria a rever para baixo as expectativas para o setor em 2008.
Originalmente, o e-bit projetava um faturamento total de R$ 8,8 bilhões para
o setor este ano, mas reduziu o valor para R$ 8,5 bilhões. Ainda assim, a
consultoria manteve a expectativa de que o país chegará em dezembro com um
volume de 12 milhões de pessoas que já fizeram ao menos uma compra pela
internet. Em 2007, o setor apresentou receita de R$ 6,3 bilhões, com uma
base de 9,5 milhões de consumidores.
Fonte: Valor Econômico

Adicionar comentário 22 de Agosto de 2008 às 16:00 admin

Varejistas adotam sistema para recolher embalagens

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Na tentativa para dar destino às embalagens de eletrodomésticos, indústria e
varejistas como Casas Bahia e Wal-Mart estão começando a adotar o sistema
conhecido por logística reversa. Nele, o mesmo caminhão que entrega a
geladeira ou TV na casa do consumidor leva de volta as embalagens, que são
encaminhadas a cooperativas de reciclagem. Com isso, as empresas
se antecipam a uma possível obrigatoriedade no futuro de serem
co-responsáveis pela destinação dos resíduos - um dos pilares do projeto que
lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que está no
Congresso e que poderá ser votada até o fim do ano.
A rede Casas Bahia iniciou um programa em maio, em que os mesmos caminhões
de entrega das mercadorias são usados para trazer de volta as embalagens de
móveis e eletrodomésticos. Junto com elas, o lixo gerado em nove lojas na
Grande São Paulo e na sede administrativa da companhia é encaminhado para
uma central de triagem de resíduos, dentro do centro de distribuição da
empresa, em Jundiaí (SP). O projeto consumiu investimentos de R$ 700 mil,
que incluíram a construção da central de triagem, contratação de
funcionários e treinamento da equipe de logística.
A Whirlpool, dona das marcas Consul e Brastemp, também utiliza a logística
reversa. De acordo com o assessor de sustentabilidade, Paulo Vodianitskaia,
a iniciativa tem sido bem aceita pelos consumidores - 96% aceitam despachar
as embalagens, o que já permitiu a coleta de 80 toneladas de material
reciclável. “O isopor, um material de pouco interesse para as cooperativas,
agora volta ao fornecedor e se torna matéria-prima novamente”, diz. O
programa da Whirlpool atraiu a atenção do Wal-Mart, que a partir desta
semana expande o serviço de logística reversa para as vendas de linha branca
em todo o País, o que deve potencializar a coleta. As informações são do
jornal O Estado de S. Paulo. (AE)

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O acordo das Casas Bahia

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As Casas Bahia e o Ministério Público do Trabalho fizeram um acordo, no Rio
Grande do Sul. A empresa assinou um termo de compromisso para respeitar a
carga horária de seus empregados, que não poderão trabalhar mais do que 10
horas por dia. Ela também se comprometeu a registrar o período de trabalho e
a pagar integralmente as horas extras. E ainda: dar intervalos durante e
entre as jornadas trabalhistas.
Pelo termo de ajustamento de conduta, documento assinado pelo Ministério
Público do Trabalho e Casas Bahia, o banco de horas somente poderá ser feito
depois de um acordo coletivo com o sindicato profissional. Caso a empresa
não cumpra as regras, ficou estabelecido o pagamento de mil reais por item
desrespeitado.
Esse tipo de acordo serve para evitar que as empresas sejam acionadas na
Justiça por causa de algumas irregularidades trabalhistas que podem ser
sanadas com o diálogo. A opção das empresas de regularizar a situação,
quando procuradas pelo Ministério Público do Trabalho, é uma saída
inteligente. O acordo evita o desgaste que todo processo judicial causa e
ainda resolve o problema internamente sem a necessidade de ninguém sentar no
banco dos réus.
fonte: Blog Lei&Negócios, Exame

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Construção Virtual…

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C&C comemora crescimento acima de 150% no comércio eletrônico no Dia dos Pais
Refletindo o aquecimento do comércio eletrônico nacional, a loja virtual da C&C Casa e Construção (www.cec.com.br), maior rede de varejo de materiais para construção, reforma e decoração do país, comemora o surpreendente crescimento de suas vendas nos 10 dias que antecederam o Dia dos Pais. No período, a rede registrou um incremento acima de 150% em suas vendas on-line. Entre os produtos mais procurados se destacaram as ferramentas, aparelhos de barbear, eletroeletrônicos e produtos para cozinha. De acordo com o gerente de e-commerce da empresa, Mauricio Grandeza, “interessante ver que os presentes mais comprados para os pais têm em comum a prática de atividades caseiras, como pequenas reformas ou mesmo um hobby, como a gastronomia”.
A C&C Casa e Construção - Com capital 100% nacional, a empresa é líder do
mercado varejista de materiais para construção, reforma e decoração do País.
Atualmente a rede conta com 39 unidades espalhadas pelos Estados de São
Paulo e Rio de Janeiro, sendo 36 home-centers e 3 lojas Express. Em São
Paulo são 32 lojas distribuídas pela capital, Grande São Paulo, interior e
baixada santista. No Rio de Janeiro são sete lojas, seis na capital do
Estado e uma em Niterói.
fonte: Texto Assessoria

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