Arquivo de Junho de 2008

Solução para o trânsito nas grandes cidades…

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Está cada vez mais difícil enfrentar o trânsito nas grandes cidades. A sensação geral é de desperdício de um tempo valioso, que poderia estar sendo utilizado numa academia, numa escola ou divertindo-se com a família e amigos…

Pensando nisso, buscamos uma alternativa útil: AUDIO LIVROS.
Sim, existe uma oferta pequena, mas com qualidade, de obras que podem somar conhecimento profissional, pessoal e até espiritual.
Entre os títulos destacam-se:

“Administração do Tempo” - MARCELO DE ALMEIDA
“A Arte da Guerra” - SUN TZU
“Como se Tornar um LIder Servidor” - JAMES C. HUNTER
“Monge e o Executivo, O” - JAMES C. HUNTER
“Superdicas Para Falar Bem em Conversas e Apresentações” - REINALDO POLITO

BOM (produtivo) TRÂNSITO!!!

Adicionar comentário 30 de Junho de 2008 às 17:50 admin

Lei que proíbe caminhão preocupa redes de varejo

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A lei que entra em vigor hoje proibindo o tráfego de caminhões de médio e
grande portes no centro expandido da cidade de São Paulo das 5h às 21h
preocupa os supermercadistas. Bebidas e commodities como arroz e feijão, por
exemplo, costumam ser entregues por meio de caminhões de grande porte, que
serão alvo da restrição. Indústrias como AmBev e Coca-Cola já informaram as
redes varejistas que farão as entregas a partir das 21h. Um dos problemas,
segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas), será que as
mercadorias terão de ser descarregadas até as 22h, para que os
estabelecimentos não corram o risco de serem multados por infração da lei
municipal que exige silêncio após esse horário, conhecida como
“Psiu”.
“É impossível transportar e descarregar em apenas uma hora”, afirma Roberto
Moreno, diretor-executivo do supermercado Sonda, que possui 15 unidades na
cidade. “Levamos esse problema para prefeitura várias vezes, mas não tivemos
resposta”, complementa Martinho Paiva Moreira, vice-presidente de
Comunicação da Apas. A entidade reunirá hoje seus associados para definir
quais procedimentos serão tomados pelo setor.
“O segmento de hipermercados será um dos mais afetados porque eles são
abastecidos a todo momento e terão que pagar hora extra para funcionários”,
comenta Hugo Yoshizaki, professor da USP e consultor especializado em
logística.
A nova determinação prevê algumas exceções. O transporte de alimentos
perecíveis, por exemplo, poderá ser feito das 5h às 12h.
fonte: Valor Econômico

Adicionar comentário às 14:20 admin

Grandes empresas admitem mais e pagam menos

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O salário médio por trabalhador das grandes empresas (com 250 ou mais
pessoas ocupadas) diminuiu, entre 2000 e 2006, de 4,7 salários mínimos
mensais para 3 salários mínimos mensais, de acordo com a Pesquisa Anual do
Comércio (PAC) divulgada hoje pelo IBGE. Apesar da redução nos salários
pagos, a média de pessoal ocupado das grandes empresas aumentou no período,
passando de 1.084, em 2000, para 1.145, em 2006. Em 2006, havia no Brasil
1.066 grandes empresas no setor comercial, respondendo por 0,1% do total de
empresas, proporção que foi a mesma apurada em 2000.
No comércio varejista, que lidera o número de grandes empresas no total do
comércio, as grandes empresas de hipermercados e supermercados foram o
destaque entre as atividades, em termos de pessoal ocupado e de pagamento de
salários, retiradas e outras remunerações nos dois anos analisados.
Fonte: IBGE

Adicionar comentário 27 de Junho de 2008 às 17:20 admin

No varejo, vagas até para novatos na área

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Após quatro meses em busca de uma nova colocação no mercado, o analista de
sistemas (com formação em Relações Internacionais) Raphael Ferreira
conseguiu uma oportunidade de trabalho no varejo. Hoje é gerente de uma das
lojas da Dicico, rede de materiais de construção. “Nunca tinha trabalhado no
varejo, mas estou gostando muito”, diz. “Meu conhecimento de análise de
dados ajuda na hora de analisar as vendas e a concorrência e a definir quais
promoções podemos fazer para aumentar os negócios.” Os amigos de Ferreira
que trabalham no varejo confirmam o crescimento do setor. “Conheço pessoas
em supermercados e outras redes de loja, e todos dizem que o número de
contratações é crescente.” A previsão da Dicico, por exemplo, é contratar ao
longo de 2008 cerca de 2 mil novos funcionários. O grupo Pão de Açúcar
também anunciou contratações: serão 9 mil até o fim do ano, para trabalhar
em novas lojas. “Conhecer pessoas é importante desde o primeiro emprego”,
diz o futuro auxiliar administrativo Eli Neto. “Além de ser esforçado e
responsável, é importante as pessoas saberem o que você faz.” O jovem de 18
anos começa, na semana que vem, a trabalhar diretamente com um dos diretores
da Ticket, empresa do grupo Accor. “Pretendo usar o salário para pagar uma
faculdade de Administração, que vai me ajudar no trabalho.” A atendente
Liliane Gonçalves também planeja pagar cursos e uma faculdade com o salário
que receberá em uma franquia da rede de fast food Giraffas onde começou a
trabalhar há duas semanas. “Além da mudança na rotina e nas finanças, muda a
maneira como a pessoa se vê”, diz ela, que há três meses buscava o primeiro
emprego. “Quando você fica em casa, se sente de um jeito. Quando sai pra
trabalhar, se sente melhor, fazendo algo importante.” O mercado de franquias
brasileiro cresceu 15,6% no ano passado, movimentando R$ 46 bilhões, e a
previsão é crescer mais em 2008. “Existem muitas oportunidades no Brasil”,
afirma Dagmar de Melo, que, recentemente, assumiu a gerência de uma
lanchonete Rei do Mate. “Mas é preciso ter consciência de que elas demandam
esforço e amor ao trabalho.”
fonte: O Estado de S. Paulo

Adicionar comentário às 10:20 admin

Brasil é alvo de franquia internacional

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Para minimizar as perdas com a desaceleração do mercado norte-americano e
obter ganhos com o aquecimento da economia brasileira, vários franqueadores
de países como Estados Unidos miram o mercado nacional como um dos
principais em planos de expansão entre países emergentes. A idéia é explorar
regiões com maior poder aquisitivo, de olho no rastro da alta renda. Assim,
redes como Mail Boxes Etc., EDS, Coldstone e Right At Home, buscam parceiros
brasileiros interessados em desenvolver máster franquias ou parcerias
regionais. No ramo de alimentação fora de casa surgem para explorar o
potencial brasileiro bandeiras como as hamburguerias Carl’s Jr. e Wendy’s,
além da La Salsa (de comida mexicana) e a Cold Stone (rede de
sorveterias).
Na área de prestação de serviços, há focos diversos, como a Handyman, de
manutenção e reparos, a Crestcom, de treinamentos para empresas, além da
Right At Home, de cuidados em casa e acompanhamento a pessoas idosas. Com
exceção da Handyman, que exige investimento em furgão e ferramentas, as
outras duas têm em comum o baixo custo de investimento, pois não necessitam
de unidade física para começar a operar. A Crestcom procura parceiros com
US$ 75 mil para investir dentro de um acordo de 12 anos, e com US$ 500 mil
para interessados em desenvolver áreas.
“Um dos mercados em que a Handyman mais cresce é a China, pois é um mercado
que começa a exigir mais qualificação na prestação de serviços”, diz William
Edwards, executivo-chefe da consultoria norte-americana EGS, especializada
em internacionalização de franquias, responsável por redes como La Salsa,
Mr. Handyman, Planet Beach, do ramo de estética, e Signs Now, de sinalização
comercial. Esta última mira oportunidades na expansão do varejo e,
obviamente, do próprio mercado de franquias.
Expansão
Há dois anos no Brasil, a Mail Boxes Etc. também está de olho na expansão
das suas operações. A rede mira na expansão das pequenas e médias empresas
no País e planeja ampliar seu alcance por meio de parceiros regionais,
seguindo o modelo que adotou no México. A expectativa é chegar a 300 lojas
em dez anos e ter de 25 a 30 lojas até o fim de 2009.
A franquia começou em 1980, nos Estados Unidos e conta com quase 6 mil lojas
no mundo. “Estamos entre as 15 maiores franquias em nível mundial, somos a
número 11 no mundo, segundo o ranking de 2008 da Enterpreuner 2008
(publicação norte-americana especializada em empreendedorismo). Temos mais
de 80% do mercado no que fazemos no Estados Unidos”, garante Kevin May,
presidente da Mail Boxes Etc e sócio da empresa para a América Latina, além
de presidente da BME Brasil. Nos EUA, as principais concorrentes são
Packmail e Postnet. Só a Postnet está no Brasil, mas tem poucas lojas.
O maior mercado da rede são os EUA, onde há mais de 4 mil lojas. Outros
grandes mercados são Itália, Canadá e Alemanha. No México, a empresa começou
a operar em 2003 e atualmente abre 10 a 15 lojas por ano lá e soma 40 lojas
abertas. A expansão por franquias começou em 1993, na Colômbia. Em 2003, a
rede comprou os direitos para o México e em 2005 os direitos para entrar no
Brasil e no Paraguai.
Em 2006, montaram uma loja piloto na Vila Olímpia, em São Paulo. Atualmente
são 9 franquias outorgadas no Brasil, com 4 operações em funcionamento: três
paulistas (capital, Barueri e Campinas) e uma em São Luis (MA). A franquia
tem parceiro para desenvolver quatro áreas no estado de São Paulo e outro
para quatro estados do Nordeste.
“Nosso foco é, em até 24 meses, conseguir representantes de área para todo o
País. No Estado de São Paulo, temos quatro regiões. No Sul, teremos uma área
por estado. O número de regiões vai depender da concentração do comércio da
região. Já temos 16 áreas no Brasil e cada área pode dar apoio a 25, 30
lojas” No primeiro semestre deste ano, a rede fechou contrato com outro
multifranqueado em São Paulo, que comprou licenças para abrir 4 lojas. Uma
delas será na região da Berrini, zona sul de São Paulo. “As licenças já
estão pagas, mas ele abrirá uma unidade por ano”, diz.
“A vantagem de ter um representante de área é que temos todo o know-how,
fazemos o treinamento e capacitação. Mas um representante de área será mais
adequado para dar apoio aos franqueados da sua região. Ele tem de operar uma
unidade piloto, que é o modelo para atrair outros franqueados. Ele participa
de um treinamento teórico, depois ele volta para uma unidade piloto do
representante de área. Ele também ajuda na inauguração da loja do
franqueado.”
O investimento para o ponto é de R$ 250 a 300 mil por unidade, o que inclui
operação por dez anos e capital de giro. Outra alternativa é ser
representante de área: abrir lojas e trabalhar com a marca para desenvolver
a rede. A licença custa R$ 350 mil, em média. O representante tem
participação de 40% nas taxas de franquia, que é R$ 62 mil e tem 2% dos
royalties, que totalizam 6%, sendo 1% vai para a Mail Box Etc EUA; 2%, para
os representantes de área e 3% para a Mail Box Etc Brasil.
fonte: DCI

Adicionar comentário 26 de Junho de 2008 às 17:00 admin

eBay enfrenta o ocaso dos leilões on-line

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Dave Dribin, um engenheiro de software de 34 anos que mora em Chicago,
costumava fazer lances no site do eBay. Ele procurava produtos usados e
antigos que pudesse comprar a preços baixos. Mas ele não faz mais isso.
Dribin não quer mais perder horas acompanhando um leilão, especialmente se
acaba perdendo algo que queria muito. Em vez disso, ele compra as coisas no
varejo quando faz compras on-line. “Quando realmente quero uma coisa, não
fico fazendo papel de bobo [em leilões] por causa de coisas pequenas”, diz
ele.
Os leilões já foram um pilar do comércio pela internet. As pessoas não
compravam simplesmente no eBay. Elas caçavam, brigavam, suavam e triunfavam.
Mas à medida que o negócio de compra e venda on-line foi amadurecendo, a
emoção da “caça” perdeu a graça para pessoas como Dribin. Cada vez mais, os
consumidores querem apenas a conveniência de comprar coisas on-line
rapidamente, a um preço determinado.
Com a diminuição do interesse dos consumidores pelos leilões, o eBay, de
longe o maior site de leilões da internet, está pagando o preço. O
crescimento das receitas e dos lucros ficou mais lento. O preço de suas
ações caiu para US$ 29, em relação ao pico de US$ 40 registrado no ano
passado. A situação poderia ser ainda pior, mas o PayPal, unidade de
compensação de pagamentos da companhia, vem florescendo. Nos últimos meses,
o novo executivo-chefe John Donahoe conduziu a companhia em direção a um
negócio de varejo on-line mais tradicional. Donahoe preferiu não falar sobre
o assunto, mas numa entrevista concedida em abril disse que o eBay está
simplesmente tentando ajustar-se aos gostos em mutação dos consumidores.
“Vamos deixar nossos compradores escolher”, disse ele.
Os consumidores estão deixando bem claras as suas preferências. O negócio de
leilões do eBay cresceu a uma taxa de dois dígitos durante anos, mas no
primeiro trimestre deste ano o ritmo de crescimento para 6%. Por outro lado,
os negócios de preços fixos da eBay cresceram 22%.
Isso significa mudanças profundas para o eBay. Se a atual tendência de
crescimento prosseguir, este poderá ser o primeiro ano em que a companhia
obterá mais receitas com as vendas a preços fixos do que com os leilões. (No
primeiro trimestre, 58% da receita do eBay veio dos leilões e 42% das vendas
a preços fixos.) Isso vai reduzir o papel do eBay como um site de compras
único e torná-lo um concorrente mais direto da Amazon.com.
Por que os consumidores estão perdendo o interesse pelos leilões? As pessoas
estão ocupadas, é claro. Mas também está mais difícil encontrar pechinchas
em leilões hoje em dia, porque qualquer um pode encontrar o preço de mercado
de praticamente todas as coisas com uma rápida busca no Google. Um
acontecimento que recentemente tornou os leilões irritantes para pessoas
como Dribin é a prática conhecida como “sniping” (atirar de tocaia, em uma
tradução literal). É quando alguém faz um lance num leilão momentos antes de
ele ser encerrado, superando a oferta mais alta. Sem a chance de uma
contraproposta, participantes menos experientes saem perdendo para os
“snipers”, freqüentemente após dias de acompanhamento atento de um leilão.
Recentemente, essa prática tornou-se mais comum por causa dos “bidding
bots”. São programas automáticos com nomes como “Bidnapper” e “Powersnipe”,
que lançam ofertas segundos antes do encerramento de um leilão. “O ’sniping’
é a coisa mais frustrante que existe”, diz Dribin.
No primeiro trimestre, leilões cresceram a um ritmo de 6%, enquanto vendas a
preço fixo aumentaram 22%
Donahoe pode não ser capaz de impedir o “sniping”. Mas desde que assumiu o
comando do eBay, em março, ele vem adotando medidas para enfatizar os itens
vendidos a preços fixos. Em maio, o eBay firmou uma parceria com a Buy.com
para a venda on-line de uma grande variedade de produtos eletrônicos, malas,
livros e outros itens da grande companhia varejista, a preços fixos. Talvez
mais importante é o fato de o eBay ter mudado as taxas que cobra dos grupos
varejistas para vender produtos em seu site, reduzindo-as para companhias
que vendem a preços fixos e aumentando-as para muitas que usam os leilões.
As mudanças de Donahoe criaram um novo problema: elas deixaram furiosos os
vendedores mais antigos do eBay. É o caso de Bruce Hershenson, de 55 anos ,
de West Plains, Missouri, que vendeu pôsteres antigos de filmes pelo site
por quase uma década. Quando ele ficou sabendo do aumento da taxa, em uma
reunião com a administração do eBay em Washington, levantou-se e reclamou.
“Eu disse: eu sou exatamente o tipo de vendedor que construiu o eBay e que
leva gente para o site todos os dias. E parece que eu estou sendo o mais
atingido pelas mudanças que vocês estão fazendo.”
Sob a estrutura de taxas do eBay, Hershenson pagava cerca de US$ 2 para a
empresa quando vendia um pôster por US$ 40 em um leilão. Com as novas taxas,
ele pagaria US$ 2,87. Hershenson estima que os US$ 120 mil em taxas que ele
pagava por ano subiriam para US$ 180 mil.
Mas o eBay não vai conseguir esse dinheiro de Hershenson. No começo do mês,
ele pendurou definitivamente o “martelo” que tinha no site, e começou a
vender pôsteres a partir de seu próprio site, o eMoviePoster.com. A maioria
de seus clientes regulares já o seguiu, afirma ele. Hershenson pretende
atrair outros com propaganda, que será bancada com as economias que ele vai
fazer por deixar de pagar as taxas para o eBay.
Mas a maioria dos vendedores do eBay não tem como montar seus próprios sites
ou trocá-lo por um site concorrente. Com quase 90 milhões de usuários
ativos - muitas vezes o número dos sites alternativos -, o eBay domina o
negócio. Os vendedores que permanecem não estão sofrendo em silêncio. Eles
estão enviando mensagens ao conselho de administração da companhia pedindo a
cabeça de Donahoe e já organizaram boicotes aos leilões, incluindo um que
durou uma semana em maio. Maggie Dressler, uma vendedora do eBay que leiloa
trens de brinquedo antigos no site desde 2001, diz que o tratamento que a
companhia está dando aos “leiloeiros” é “deplorável”.
Os leilões sempre terão espaço no site, afirma o eBay. “Os leilões são muito
divertidos e continuam sendo a melhor maneira de obter o valor certo para
muitos produtos”, afirma Lorrie Norrington, responsável pelas operações
globais de mercado do eBay. “No entanto, o formato que os compradores
escolhem não é tão importante quanto a experiência que eles têm.” A
companhia deverá fazer algumas revisões no site para aplacar a ira dos
leiloeiros. Ela provavelmente vai redesenhar certas páginas para dar mais
destaque aos leilões, especialmente em categorias com mercadorias únicas,
como moedas e selos para colecionadores.
Hershenson prevê que os leilões do eBay vão passar por mudanças fundamentais
nos próximos anos. Ele acredita que à medida que mais produtos a preços
fixos aparecem no site, os vendedores terão mais dificuldades para conseguir
a atenção de ofertantes suficientes para um leilão viável. Em algum momento
os leiloeiros vão desistir. “As mudanças terão o resultado de acabar com os
leilões da maneira como nós os conhecemos no eBay”, afirma ele.
fonte: Valor Econômico

Adicionar comentário 25 de Junho de 2008 às 17:40 admin

Pão de Açúcar realiza seleção para 9.000 vagas

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O Grupo Pão de Açúcar programa aporte de R$ 733 milhões neste ano, dos quais
R$ 160 milhões serão destinados à expansão da rede de lojas. O investimento
abre 9.000 novos postos de trabalho no País.
Desse total de vagas, cerca de 70% a 80% são para o Estado de São Paulo,
incluindo o Grande ABC, segundo a gerente de atratividade e seleção do
grupo, Eliana Ponzio.
“Por causa da abertura das novas lojas, estamos recebendo currículos e
fazendo seleção, que deve se estender até o final do segundo semestre.”
Funções - As vagas oferecidas são para funções como operador de
supermercado, separadores de mercadoria, repositores, operadores de caixa,
além de cargos técnicos, como açougueiro, atendente de perecíveis, peixeiro,
padeiros, entre outros.
As exigências variam de acordo com o cargo. Os candidatos que quiserem
disputar as vagas de liderança e operador de supermercado precisam ter
ensino médio completo. Para as demais ocupações é necessário que o candidato
tenha ensino fundamental completo (antigo 1º grau) e seis meses de
experiência na função.
Para todos os cargos a exigência é que o candidato tenha mais de 18 anos.
Interessados em participar dos processos seletivos da Capital, Grande ABC,
Baixada e Interior de São Paulo podem fazer a inscrição em oito postos,
chamadas Células de Atratividade e Seleção, que ficam em lojas e centrais de
distribuição do grupo. Segundo a empresa, não foi estipulado o prazo limite
para que seja concluído o processo de seleção.
O atendimento - realizado por meio de senhas - ocorre de segunda a
quarta-feira, a partir das 8h. Serão atendidos 120 candidatos por dia, porém
não há previsão horários específicos para o atendimento.
Documentos - No ato da inscrição o candidato tem de apresentar documentos
pessoais (carteira de identidade e profissional), certificado de
escolaridade e currículo.
Para quem concorre ao cargo de separador de mercadorias, é preciso
apresentar também a carteira de habilitação . A gerente de seleção do Grupo
Pão de Açúcar, Eliana Ponzio, explica que depois que é feita a triagem dos
currículos dos candidatos são aplicado testes de conhecimentos gerais.
“Caso passe essa fase, o candidato vai participar de uma entrevista com um
gestor de loja, que é determinante para avaliar o comportamental da pessoa”,
explica a gerente do Pão de Açúcar.
fonte: Diário do Grande ABC

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A busca do Crescimento Sustentável

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Interessante e profundo relatório: A busca do Crescimento Sustentável - 2007
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
Fonte: www.deloitte.com

Adicionar comentário às 11:03 admin

Adidas processa a Wal-Mart por violação de direitos de marca

smile - smile
O fabricante alemão de artigos esportivos Adidas processou a rede de
supermercados americana Wal-Mart por violar seus direitos de marca, disse
hoje uma porta-voz da companhia alemã. Previamente, o jornal “Handelsblatt”
informou que a Wal-Mart teria vendido um calçado muito parecido com os
modelos da Adidas, com as três listras que os caracterizam.
O jornal alemão acrescentou que, em 6 de outubro, começará um processo
judicial no qual a Adidas pode conseguir uma indenização por danos e
prejuízos de pelo menos US$ 326 milhões.
fonte: Agência EFE

Adicionar comentário 20 de Junho de 2008 às 13:40 admin

Eletrodomésticos mais baratos brigam contra a inflação

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No momento em que a demanda aquecida estimula reajustes de preços, os
eletrodomésticos seguem em caminho contrário e, ao mesmo tempo em que
mostram ótimo desempenho nas vendas, registram deflação no Índice de Preços
ao Consumidor Amplo (IPCA), a taxa oficial de acompanhamento da inflação. Os
resultados acumulados no IPCA de janeiro a maio de 2008 mostram queda de
0,39% nos preços de eletrodomésticos. A redução em artigos de TV, som e
informática é ainda mais significativa: 5,07%. “Os eletrodomésticos estão
ajudando a conter a inflação”, destacou a coordenadora de
índices de preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),
Eulina Nunes dos Santos. Esses produtos são parte do grupo de artigos de
residência, com peso de 5,48% no IPCA. A categoria registrou a menor alta
(0,16%) entre as nove pesquisadas, com contribuição praticamente nula (0,01
ponto percentual) para a inflação de 2,88% apurada no acumulado dos cinco
primeiros meses deste ano. Além disso, no IPCA acumulado de 5,58% em 12
meses até maio, o grupo artigos de residência registrou recuo de 1,42%, com
contribuição também negativa (menos 0,07 ponto percentual) na inflação do
período. Ou seja, não fossem os eletrodomésticos, o IPCA acumulado em 12
meses já teria atingido 5,65%. Eulina lembrou que o câmbio está contribuindo
para a queda dos preços dos eletrodomésticos, seja com as matérias-primas
para produção interna ou com a alta das importações. Se dependesse da
demanda, os preços desses produtos já teriam disparado. Segundo os últimos
dados do comércio varejista divulgados pelo IBGE, as vendas de móveis e
eletrodomésticos aumentaram 27,8% em abril e ultrapassaram o segmento de
hiper e supermercados – de maior peso na pesquisa de comércio – como
principal influência positiva para o crescimento das vendas do setor (8,7%
ante maio do ano passado). De janeiro a maio deste ano, as vendas do
segmento acumularam alta de 19,8%, bem acima da média do varejo no período
(11%). A expansão ocorre após significativos aumentos já apurados no
acumulado dos anos de 2004 (26,4%); 2005 (16,0%); 2006 (10,3%) e 2007
(19,8%), com surpreendente aceleração em 2008. Para o chefe do departamento
de economia da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de
Freitas, os eletrodomésticos vão registrar deflação acumulada de 3,5% em
2008. Ele também atribuiu a queda nos preços desses produtos, apesar do
crescimento da demanda, ao fato de que são produtos “sensíveis ao câmbio”. O
economista Luiz Roberto Cunha, da PUC-RJ, explicou que esses são
“praticamente os únicos itens” que estão ajudando a segurar a inflação. Mas
ele ressaltou que o peso dos artigos de residência é muito inferior ao dos
alimentos (que é quatro vezes maior e representa 22,14% do IPCA). “Esses
produtos vão ajudar um pouco, mas não o suficiente, a conter a alta do
índice.”
fonte: DCI

Adicionar comentário às 13:20 admin

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