Arquivo de Maio de 2008

Carrefour coloca um pé na internet

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O Carrefour, que recuperou o título de maior varejista do Brasil em 2007,
colocou o seu primeiro pé na internet no país. A experiência começou pelo
braço de turismo da rede, que começou há poucos dias a efetuar compras
on-line de passagens e pacotes. Até hoje, só o Grupo Pão de Açúcar, dono do
Extra, possui uma operação sólida de comércio eletrônico entre as três
grandes do varejo brasileiro.
Assim como o Carrefour, o Wal-Mart ainda não ousou investir nesse negócio.
Mas essa lacuna não deve durar muito tempo. O Wal-Mart já revelou que
entrará no comércio eletrônico no país no segundo semestre. E, ao que tudo
indica, o Carrefour não ficará atrás. Segundo fontes do setor, as duas redes
deverão dirigir o foco para a venda de itens não-alimentares, como
eletrônicos e computadores.
O Carrefour não confirma, mas, segundo informações divulgadas pela imprensa,
a rede pretende colocar o segundo pé no comércio eletrônico no fim deste
ano, com o lançamento de uma loja virtual.
A multinacional já começou a dar vários passos nesse sentido. Há um ano,
quem ocupa o cargo de diretor de não-alimentos e novos negócios do grupo no
Brasil é Roberto Britto, ex-presidente do Ponto Frio e do Bompreço.
Perguntado sobre quais seriam os “novos negócios” da varejista e sobre os
planos da rede para o comércio eletrônico, Britto preferiu não se pronunciar
a respeito. O Ponto Frio, por sua vez, foi uma das primeiras empresas a
lançar uma loja virtual no país, ainda na década de 90.
Britto acaba de fechar uma parceria com a TecTotal, uma empresa recém-criada
pelo grupo Telefônica e cujo negócio é oferecer aos consumidores finais
serviços de “gestão” dos equipamentos digitais, como, por exemplo, a
instalação de rede Wi-Fi (sem fio). Para adquirir o serviço, o cliente
precisa apenas comprar um cartão e ativá-lo por telefone, tal qual um cartão
de crédito. As visitas dos técnicos são agendadas com hora marcada
A TecTotal é inspirada em um modelo de negócio criado pela Best Buy, uma das
maiores varejistas de eletrônicos dos Estados Unidos. A rede possui a Geek
Squad, uma empresa que presta serviços de instalação digital. “Hoje, este
braço da Best Buy fatura US$ 1,5 bilhão por ano”, diz Britto.
Segundo ele, o Carrefour quer “entrar” na casa do consumidor com a prestação
do serviço oferecido pela TecTotal. A varejista não descarta constituir uma
empresa como a Geek Squad, da Best Buy. “Este é o futuro. A mãe que quer dar
para o filho o primeiro computador é um dos nossos grandes clientes”, diz
Britto.
Por enquanto, porém, a varejista vende o computador e instala os
equipamentos digitais na casa do consumidor. Mas, na hora de comprar pela
internet, ele não “clica” no Carrefour, mas na pontocom de arqui-rivais como
o Extra. Mas não por muito tempo. (CF)
fonte: Valor Econômico

Adicionar comentário 30 de Maio de 2008 às 15:20 admin

Carrefour vai vender energia eólica aos europeus

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A varejista francesa Carrefour afirmou que vai vender eletricidade de fontes
renováveis para domicílios na Bélgica, com intenção de desenvolver o plano
em outros lugares na Europa. “Não temos datas ou prazos, mas a idéia é ir em
frente e analisar se podemos lançar o serviço na França, na Itália e na
Espanha”, declarou o porta-voz Lars Vervoort.
O Carrefour vai comprar eletricidade de fornecedores que usam fontes
renováveis de energia, como vento e biomassa. Os consumidores poderão
assinar os contratos nas próprias lojas do Carrefour. A empresa planeja
comprar energia da companhia privada belga Lampiris, segundo Vervoort. Mais
de 60% da energia usada será eólica.

Outras varejistas européias - como a alemã Arcandor, a britânica Tesco e a
Asda, subsidiária da norte-americana Wal-Mart - afirmaram que não têm planos
de vender eletricidade a consumidores. Quem optar pela energia vendida pelo
Carrefour terá de escolher contratos de um, dois ou três anos e
provavelmente vai pagar menos do que atualmente, apesar de os preços
variarem de região para região.
“O objetivo é que o plano seja lucrativo. O desafio será entrar em um
mercado dominado por duas empresas”, disse Vervoort, em referência à
Electrabel e à SPE, ambas da Suez, que juntas controlam a maior parte do
mercado de eletricidade da Bélgica.
No entanto, nem todos os analistas estão convencidos de que a empresa
conseguirá vender eletricidade a preços baixos. De acordo com Koen Dierckx,
um analista belga, a eletricidade vendida pelo Carrefour deverá ser mais
cara do que a das concorrentes, em razão do alto custo da energia gerada a
partir de fontes renováveis.
A Comissão Européia, órgão executivo da União Européia, apoiou o plano, que
se ajusta ao programa de energia durável europeu, de acordo com um porta-voz
da comissão. As informações são da Dow Jones.
Fonte: AE

Adicionar comentário às 15:00 admin

A Starbucks japonesa

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No final dos anos 50, o representante comercial Hiromichi Toriba, da Suzuki
Coffee, importadora japonesa de café, recebeu do chefe a incumbência de
conhecer de perto o mercado que era o maior produtor do grão.
Assim, o jovem de 20 anos, que nunca havia saído de seu país, desembarcou sozinho no Brasil
para dar conta da tarefa. Ficou por aqui mais de dois anos, a maior parte
deles em São Paulo. Entre outras coisas, Toriba trabalhou numa fazenda e
realizou negócios na Bolsa do Café, em Santos, no litoral do estado. Foi um
período marcante o suficiente para que Toriba resolvesse homenagear o Brasil
ao montar seu primeiro negócio próprio, já na década de 60. Batizou a
empresa de Doutor Coffee (assim mesmo, com o primeiro nome em português),
uma referência à rua Doutor Pinto Ferraz, no bairro paulistano de Vila
Mariana, onde ele morou durante seu estágio no país. A empresa deu origem
àquela que é hoje a maior rede de cafeterias do Japão. “No Brasil, realizei
estudos intensivos sobre seleção de grãos, misturas e torrefação”, diz
Toriba, num trecho de sua autobiografia publicada em 1999, Omoukotoga
Omouyouninaru Doryoku (“Como o esforço de trabalho pode tornar seus sonhos
reais”, numa tradução livre).
A Doutor Coffee começou atuando no ramo de importação e venda de café no
atacado. Na década de 70, depois de visitar a Europa e conhecer de perto
algumas cafeterias da França, da Alemanha e da Suíça, Toriba resolveu copiar
o modelo no Japão, entrando para o ramo de varejo. A primeira loja Doutor
Coffee abriu suas portas em 1980, em Tóquio. Desde o início, o fundador
adotou o modelo de fast food. O negócio tinha poucos funcionários, os
clientes podiam se servir no balcão em menos de 10 minutos e o cardápio,
apesar de reduzido, oferecia outros itens, como lanches e sucos. O
carro-chefe desde então eram as xícaras de café, vendidas ali por um preço
equivalente a 1,50 dólar, numa época em que o mesmo produto chegava a custar
quase sete vezes mais em restaurantes da cidade. Com o charme da novidade e
um preço imbatível, a Doutor Coffee tornou-se um sucesso no Japão.
A expansão do negócio foi vertiginosa e a rede domina o mercado até hoje.
Atualmente, tem 1 500 lojas no Japão, mais que o dobro de sua concorrente
mais forte, a cadeia americana Starbucks, que chegou ao país em meados dos
anos 90. Segundo cálculos de Toriba, a Doutor Coffee vende atualmente uma
média de 400 xícaras de café por minuto. No ano fiscal de 2007, encerrado em
março, a companhia fechou o balanço com faturamento de cerca de 600 milhões
de dólares, 7% mais do que no ano anterior. Para atender diferentes tipos de
público, a rede reúne seis marcas de lojas. A mais sofisticada foi batizada
de Le Café Doutor e fica em Ginza, bairro de Tóquio com um dos metros
quadrados mais caros do mundo e que concentra as grandes grifes
internacionais de moda. “Além de se manter no topo durante todo esse tempo,
a Doutor Coffee conseguiu a façanha de crescer ininterruptamente em seus 46
anos de existência”, afirma Taneo Moriyama, da empresa Insight Inc., uma das
consultorias mais respeitadas do Japão nas áreas de alimentos, varejo e
agronegócio.
Embora sua trajetória seja pouco conhecida no exterior, Toriba é hoje um dos
empresários mais admirados pelos japoneses, um povo que costuma demonstrar
especial apreço por empreendedores que começaram do nada. Quando
adolescente, após uma briga com o pai, Toriba fugiu de casa, na cidade de
Saitama, na região metropolitana de Tóquio. O tema da discussão era a
divisão do dinheiro do trabalho da família, que vendia peças para
brinquedos. Em sua autobiografia, Toriba narra que, no auge do bate-boca, o
pai chegou a ameaçá-lo com uma espada de samurai. (Hoje, quando toca no
assunto, o empresário procura amenizar o episódio, dizendo que o pai perdeu
a cabeça, mas não tinha a real intenção de feri-lo.) Ao sair da casa dos
pais, Toriba abandonou os estudos e se mudou para Tóquio, onde começou a
ganhar a vida trabalhando como garçom.
Dois anos depois de uma dura rotina servindo clientes num restaurante da
capital japonesa, o fundador da Doutor Coffee recebeu um convite para
ingressar no quadro de vendedores de uma empresa que comercializava café.
Apesar das dificuldades com a timidez — Toriba conta que ficava com o rosto
vermelho e perdia a fala sempre que era apresentado a um desconhecido —, o
instinto de sobrevivência falou mais alto. Pouco tempo após chegar à
empresa, Toriba já era o melhor vendedor da companhia. Sua capacidade logo
chamou a atenção da concorrência e ele acabou seduzido por uma proposta de
trabalho da Suzuki Coffee, empresa que o despachou para o Brasil no final
dos anos 50.
Nas mais de quatro décadas de liderança folgada da Doutor Coffee no mercado
japonês, o único concorrente que provocou algum incômodo foi a rede
americana Starbucks. A multinacional chegou ao Japão na segunda metade dos
anos 90 e cresceu rapidamente no país, mirando num público mais jovem e com
maior poder aquisitivo que a média de clientes da Doutor Coffee. A reação de
Toriba foi imediata. “Ele diversificou ainda mais o perfil de suas lojas,
lançando marcas como a Excelsior Caffé, mais sofisticada e especializada em
café expresso, e a Salon de Thé Madaleine, uma casa de chá voltada para
mulheres. Além de conter a expansão dos americanos no país, essas idéias têm
gerado bom retorno até agora”, afirma o consultor Moriyama. Na época do
lançamento da Excelsior, a Starbucks entrou na Justiça contra Toriba,
alegando que ele havia copiado seu logotipo e o design das lojas. O processo
não prosperou.
Casado e pai de dois filhos, Toriba manteve-se à frente da Doutor Coffee até
2006, quando passou a presidência da rede para seu primogênito, Yutaka
Toriba, de 44 anos. Apesar de estar oficialmente fora do dia-a-dia da
operação, o fundador ainda ocupa o cargo de presidente honorário da
companhia e é o maior acionista da holding que hoje controla a empresa. Como
ocorre com a maioria dos homens de negócios mais importantes do Japão, pouco
se sabe sobre a vida pessoal de Toriba. Ele mora com a mulher em Tóquio e
segue a linha budista Soka Gakkai. Segundo essa escola filosófica, a
educação é a forma mais adequada de forjar o caráter das pessoas e levar o
país à prosperidade. Toriba também é muito requisitado para dar palestras a
estudantes, incentivando o espírito empreendedor dos jovens.
As ligações entre o empresário e o Brasil continuam fortes até hoje. Depois
do período em que viveu no país, ele já voltou para cá diversas vezes. Assim
como as maiores torrefações do mundo, a empresa de Toriba mantém o Brasil
como seu principal fornecedor. “A Doutor Coffee é um dos nossos maiores
clientes e compra mensalmente. O senhor Toriba exige os melhores grãos,
produzidos exclusivamente no cerrado mineiro, no sul de Minas e na região
mogiana do estado de São Paulo”, diz Carlos Santana, representante da
trading Ecom, uma das principais fornecedoras de grãos à rede japonesa.
Cerca de um terço da matéria-prima utilizada pela Doutor Coffee vem do
Brasil. O restante dos grãos é importado de outros países e de fazendas
próprias que a empresa mantém no Havaí.
Os fortes laços entre o Brasil e a Doutor Coffee serão reforçados neste ano.
A empresa fez uma encomenda especial para comemorar o centenário da
imigração japonesa no Brasil. Trata-se de um blending genuinamente
brasileiro, 100% produzido em uma fazenda de um descendente japonês no sul
de Minas, que será lançado nos próximos meses nas lojas da Doutor Coffee no
Japão. No início de junho, o atual presidente da companhia, Yutaka Toriba,
estará no Brasil para provar os primeiros lotes da encomenda e realizar uma
série de visitas a fazendas e reuniões com alguns fornecedores. É a forma
simpática que a empresa encontrou de homenagear o lugar que mudou para
sempre a vida do fundador da Doutor Coffee.
fonte: Exame.com

Adicionar comentário 29 de Maio de 2008 às 15:20 admin

Os melhores varejistas anunciados durante a Convenção Global de Imóveis de Varejo da ICSC

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LAS VEGAS - A International Council of Shopping Centers, Inc. (ICSC)
anunciou os vencedores de seus prêmios “Hot Retailer” versão 2008, um prêmio
que reconhece conceitos inovadores de varejo que estão aparecendo em
shopping centers em todo o mundo. Mas o que os shopping centers com
conceitos de varejo “melhores e mais desejados” estão buscando para seus
centros comerciais? De acordo com uma pesquisa mundial de membros feita pela
ICSC, nove varejistas foram escolhidos como melhores conceitos e vão receber
o prêmio durante Convenção Global de Imóveis de Varejo da ICSC, RECon,
terça-feira, 20 de maio de 2008, em Las Vegas, Nevada.
“A ICSC tem o prazer de anunciar e premiar com o seu Hot Retailer Award os
varejistas que trabalharam com muito esforço para criar produtos e serviços
que levam os consumidores a shopping centers em todo o mundo”, disse Michael
P. Kercheval, presidente e diretor executivo da ICSC. “Estes oito varejistas
criaram experiências de compra excitantes e interessantes que contribuem
para o sucesso dos shopping centers que têm estas lojas como locatárias. A
ICSC tem o prazer de adicionar estes nove varejistas à nossa lista anual de
‘Hot Retailers’ e destacá-los durante a RECon”, adicionou Kercheval.
Os melhores varejistas deste ano são:

Apricot Lane (http://www.apricotlaneusa.com)
Apricot Lane se destaca como a única franquia especial de varejo que combina
oportunidades das indústrias de moda e presentes para oferecer vestuário,
jóias, bolsas, acesórios e presentes de marca nos estilos e tendências que
os consumidores procuram. Apricot Lane apresenta marcas de vestuário como
Lucky Brand Jeans, Joe’s Jeans, 1921 Denim, Habitual e muitas outras linhas
premium de jeans. Também oferecem as novas coleções modernas assinadas por
Ed Hardy, Crystal Rock, Sinful, Free people by Urban Outfitters, Hale Bob e
outros desenhistas promissores. Para completar qualquer conjunto, oferecem
acessórios assinados por Steve Madden, Naughty Monkey, Havianas, Jessica
Simpson e Mary Frances. Muitas destas marcas podem ser encontradas em lojas
de departamentos luxuosas, mas a atração ronda na conveniência, serviço e
ambiente das pequenas boutiques. O consumidor-alvo da Apricot Lane é na
faixa etária de 24 a 35, mas não é incomum ver mãe e filha comprando
juntas – expandindo a base de clientes para adolescentes até mulheres de
mais de 40 anos. As lojas desta franquia podem ser encontradas atualmente em
centros lifestyle, centros comerciais regionais, pontos turísticos, lojas no
centro da cidade, e alguns ’strip centers’.

Billabong (http://www.billabong.com/)
O australiano Gordon Merchant fundou a Billabong em Burleigh Heads na Gold
Coast em 1973. Combinando sua paixão por surfe com um árduo esforço, ele
desenvolveu sua própria técnica de costura, que faz com que as roupas sejam
mais duráveis, com boa relação custo-benefício, e não necessitam de mão de
obra intensiva.
Desde então, a Billabong tem continuamente melhorado cada fase de sua
operação, para se transformar em um dos principais produtores mundiais de
roupas de surfe e tem expandido sua faixa de produtos para incluir produtos
de board sport como roupas de mergulho, relógios, pranchas de surfe, roupas
para snowboard e vestuário de skateboarding, para homens e mulheres dos 12
aos 20 anos. O suporte, desenvolvimento e patrocínio continuado da empresa a
eventos de surfe, skateboarding e snowboarding e aos atletas de classe
mundial tem contribuído para o domínio do mercado pela Billabong, e
respectiva integridade da marca.

Five Guys Burgers and Fries (http://www.fiveguys.com/)
Five Guys Burgers and Fries é uma cadeia de restaurantes originária da área
metropolitana de Washington, D.C. em 1986. A cadeia vende hamburgueres
premiados e batatas fritas frescas bem como cachorros-quentes 100%
autênticos — tudo é feito mediante encomenda. A Five Guys Burgers and Fries
foi votada como “Best Burgers” (melhores hamburgueres) nos últimos cinco
anos pela revista Washingtonian Magazine, onde foi classificada como número
um na categoria “Bang for the Buck” na pesquisa Zagat alcançou 01-07 e o The
Washington Post chama a cadeia de “The Willy Wonkas of Burgercraft” (’rei do
hamburguer’). Além disso, desde que foi expandida para fora da área
metropolitana de Washington, a Five Guys ganhou a votação do leitor da
Annapolis Magazine para Melhores Batatas Fritas, escolha do leitor da
Richmond City Magazine para Melhor Hamburguer, e o prêmio da Fredericksburg
Star ‘Simply the Best Award for Best Burger’ (’simplesmente o melhor prêmio
por melhor hamburguer’). Com mais de 260 unidades abertas de New England até
a Florida em quatro anos, a Five Guys está chegando em um shopping perto de
você.

Fresh & Easy (http://www.freshandeasy.com/)
Fresh & Easy Neighborhood Market é uma loja local de bairro que fornece
alimentos frescos e saudáveis a preços acessíveis a todos. A Fresh & Easy é
uma empresa da Tesco, o maior varejista do Reino Unido, e um dos líderes
mundiais em varejo internacional.

A Fresh & Easy opera mercearias em todos os tipos de vizinhanças, incluindo
aquelas que têm sido tradicionalmente negligenciadas, e atualmente tem mais
de 60 lojas abertas na California, Arizona e Nevada. Com aproximadamente
10.000 pés quadrados, os mercados da Fresh & Easy são menores do que um
supermercado normal, para fornecer aos consumidores uma experiência de
compra mais rápida e mais fácil.
Além de oferecer uma variedade de produtos nacionais de marca patenteada e
marca privada, a Fresh & Easy também oferece aos consumidores uma ampla
seleção de refeições prontas frescas. Os produtos da marca Fresh & Easy não
levam colorantes ou aromas artificiais, sem adição de gorduras trans, e
somente usam conservantes quando é absolutamente necessário.
A Fresh & Easy tem o compromisso de ser um ótimo ambiente de trabalho,
aplicando a política de boa vizinhança, e protetora do ambiente. A empresa é
membro piloto do programa de certificação ‘Leadership in Energy and
Environmental Design (LEED) Green Building Volume Certification Program’, e
é membro do ‘California Climate Action Registry’, único registro voluntário
oficial da California de emissões de gás estufa.

L.L. Bean (http://www.llbean.com/)
L.L.Bean, Inc. tem sido uma fonte confiável de vestuário de qualidade,
equipamento seguro de exterior, e assistência técnica especializada por mais
de 95 anos. Fundada em 1912 por Leon Leonwood Bean, a empresa cresceu de uma
operação de um único homem para uma organização global com vendas anuais de
$1.6 bilhões. A sede da empresa fica em Freeport, Maine, na mesma rua da
loja original. Em 1951, L.L. Bean abriu a loja 365 dias por ano, 24 horas
por dia, proclamando, “Jogamos fora as chaves!”. Até hoje, não existe
fechadura nas portas da loja principal em Freeport.
Em julho de 2000, a L.L.Bean ampliou sua presença de loja de varejo além do
Estado do Maine pela primeira vez, quando abriu uma loja em McLean,
Virginia. De 2001 a 2007 a empresa abriu lojas adicionais em Maryland,
Pennsylvania, New Hampshire, Massachusetts, Connecticut e New York. A
L.L.Bean planeja uma expansão adicional de varejo nos anos seguintes, com
três lojas planejadas para 2008, uma em Pittsburgh e duas na área de
Chicago.

Pinkberry (http://www.pinkberry.com/)
Pinkberry é frozen yogurt reinventado. Inspirada pela história do ‘gelato’ e
iogurte congelado europeu, pelo interesse americano pelo sorvete, e pela
cultura pop de todo o mundo, a Pinkberry cria uma experiência pupular que
satisfaz os sentidos. É possível personalizar o frozen yogurt de sabor forte
sem gordura exclusivo da Pinkberry usando uma variedade de coberturas
criativas de alta qualidade. A Pinkberry atualmente tem mais de 50 lojas em
toda área da California e New York. Tenha uma idéia deste sabor maravilhoso
visitando www.pinkberry.com.

Pollo Campero (http://www.campero.com/)
Pollo Campero, a maior cadeia Latina de restaurantes de frangos no mundo,
está se ampliando agressivamente nos EUA, incluindo a recente abertura de
seu primeiro restaurante dentro de um super-centro Wal-Mart. A missão da
empresa é conquistar o coração e o paladar dos visitantes com uma
alimentação saborosa, uma experiência excepcional, e qualidade determinada.
Pollo Campero é o único restaurante de atendimento rápido que oferece
atualmente um saboroso frango grelhado e o famoso frango frito com osso,
junto com acompanhamentos latinos. Pollo Campero oferece comida para viagem
ou em casa, para famílias. Os acompanhamentos incluem os premiados feijão
Campero, arroz Campero, fritas ‘yucca’ e ’sweet plantains’, bem como as
tradicionais batatas fritas e purê de batatas. Com mais de 290 lojas em todo
o mundo e 40 nos EUA até agora, Pollo Campero está adicionando novas
franquias regularmente.

RIDEMAKERZ (http://www.ridemakerz.com)
Aproveitando o amor da América por carros, e a moda massiva existente de
personalização de carros, a RIDEMAKERZ® oferece às “crianças” de 6 a 106 a
oportunidade de construir e personalizar seus próprios carros controlados
por rádio. A RIDEMAKERZ é liderada por “ZEO” Larry Andreini, conhecido
empresário. Além disso, o legendário personalizador de carros Chip Foose,
apresentador do programa de TV “Overhaulin” da rede televisiva TLC, serve
como consultor deste varejista.
Simplesmente, a RIDEMAKERZ é sobre alegria e a diversão de criar algo ótimo,
artístico e exclusivo e original: um carro único, sem igual.
A experiência na RIDEMAKERZ é especificamente desenhada para: fornecer
Escolha, soltar a Criatividade, promover Confiança, encorajar a Colaboração,
e infundir um senso de Comunidade. Estes valores principais, que a
RIDEMAKERZ chama de “os cinco C da RZ”, criam vida em cada experiência
RIDEMAKERZ.

Stir Crazy (http://www.stircrazy.com/)
Stir Crazy é um restaurante asiático de serviço completo que oferece um
cardápio diversificado de comida chinesa, tailandesa, vietnamita, e
japonesa, em uma atmosfera divertida e vibrante com foco em ingredientes
frescos de qualidade e temperos ousados para entregar uma experiência de
alimentação casual verdadeiramente exclusiva aos seus visitantes. Stir Crazy
atualmente tem 12 instalações em Illinois, Indiana, Ohio, Florida, Michigan,
New York, Missouri e Indiana, com mais 5 restaurantes em desenvolvimento
durante 2008.
Tudo no Stir Crazy é feito do início, e usam somente os ingredientes mais
frescos e naturais. O cardápio altamente aclamado oferece mais de 50 pratos
que variam dos favoritos chineses tradicionais e especialidades inovadoras
de toda a Ásia. Também oferecem 35 ótimos vinhos por taça ou garrafa.
Esta é a sexta apresentação anual do prêmio “Hot Retailer Award”. Vencedores
anteriores incluem: J Crew; Justice - Just for Girls; Massage Envy;
WineStyles; Apple Stores; Coach; Steve & Barry’s University Sportswear;
White House|Black Market; Williams-Sonoma; Build-A-Bear Workshop; H&M
Hollister; Hot Topic; Trader Joe’s Company; Victoria’s Secret; Chico’s;
American Eagle Outfitters (AE); Steven Madden; ULTA, e P.F. Chang’s China
Bistro.

Fundada em 1957, a ICSC é a principal associação global de comércio da
indústria de shopping center. Seus 76000 membros em 92 países incluem
proprietários de shopping center, desenvolvedores, gerentes, especialistas
em marketing, investidores, varejistas e corretores, bem como acadêmicos e
autoridades públicas. Sediada em New York, a ICSC possui mais de 150
funcionários e escritórios em Washington, D.C., Toronto, Londres, Pequim e
Singapura.

Contacts
International Council of Shopping Centers
Malachy Kavanagh ou Erin Hershkowitz
+1-646-728-3495/3497
fonte: Business Wire

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No Brasil, profissionalização do varejo movimenta negócios

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A tarefa do Wal-Mart para substituir seu sistema de gestão tradicional -
feito dentro de casa -, pelo software da SAP contará com uma facilidade no
Brasil. As bandeiras Sonae e Bompreço, que foram adquiridas pelo grupo, já
usavam a tecnologia da fornecedora alemã, o que tornará a transição mais
suave, diz Romildo Barros, vice-presidente de sistema do Wal-Mart no Brasil.
O executivo não revela, porém, quando será finalizada a implementação do
sistema no país.
Esse tipo de mudança não é, porém, uma exclusividade da gigante americana. A
competição crescente do setor no Brasil tem impulsionado outras companhias a
sofisticarem seus sistemas de gestão.
O grupo Pão de Açúcar, que sempre adotou soluções tecnológicas caseiras,
abandonou a prática neste ano e decidiu contratar sistemas globais de
gestão. Com a maior participação do grupo francês Casino - que já possui 50%
da holding que controla os supermercados e deverá assumir uma posição
majoritária no futuro -, o Pão de Açúcar está deixando de ser um operação
local para transformar-se em um negócio cada vez mais globalizado.
Os programas de gestão empresarial (ERP, na sigla em inglês) são oferecidos
em pacotes de software que oferecem módulos para tarefas específicas, mas
integrados entre si. Os clientes podem adotar um número maior ou menor de
programas, dependendo de sua necessidade.
No Pão de Açúcar, que possui 575 lojas no país, a previsão é de concluir a
implantação do módulo financeiro até julho. A empresa ainda não escolheu o
fornecedor do software específico para varejo, cujo contrato está sendo
disputado pela SAP, Oracle e Aldata. A expectativa é de concluir a licitação
no mês que vem.
O Pão de Açúcar também passou a usar o sistema DemandTec de “precificação”
(avaliação de preços), software que também era desenvolvido internamente.
Além dessas mudanças, a empresa está em busca de um nome no mercado para
ocupar o cargo de principal executivo de TI.
A competição crescente entre os varejistas está movimentando os negócios dos
fornecedores de software. “As empresas varejistas estão em busca do ERP
devido à profissionalização do setor”, explica Elia Chatah, responsável pela
área de varejo da SAP no Brasil. Com a globalização, cresce a necessidade
dos varejistas de unificar seus processos de compra, independentemente do
país em que está o fornecedor.
A procura é tamanha que a receita desse setor na SAP cresceu 90% no país em
2007. “O varejo é o segmento que mais cresce na América Latina para a SAP
(dentro de um universo de 30 setores)”, diz Chatah. A companhia tem clientes
como Lojas Riachuelo, Lojas Marisa e Telha Norte.
Segundo a 19º Pesquisa Anual e Tendência de Software, realizada pela
Fundação Getúlio Vargas, o mercado de ERP divide-se em alguns fornecedores.
A liderança é da brasileira Totvs, com 24% dos sistemas instalados nas
empresas em 2007. A SAP ocupa o segundo lugar, com 23%, seguida da Oracle
(17%), Datasul (16%) e Infor (7%).
fonte: Valor Econômico

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Adicionar comentário 28 de Maio de 2008 às 12:00 admin

Vitrines apaixonantes no comércio

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Esqueça os tradicionais símbolos do amor. Neste dia dos namorados, flores de
plástico e desidratadas, corações básicos e cupidos estão fora de moda nas
vitrines da cidade. Para atrair consumidores apaixonados na terceira melhor
data para o comércio, atrás apenas do Dia das Mães e Natal, a dica é ousar
em materiais tecnológicos e abusar da iluminação. Televisores de plasma,
manequins com luz própria, histórias em quadrinhos, desenhos japoneses e
outras tendências internacionais para incrementar o ponto-de-venda estão
invadindo as lojas mais arrojadas. De acordo com o professor do curso de
vitrinismo do Senac São Paulo, José Alves de Oliveira Filho, a decoração
ganha novos recursos a cada dia. A idéia não é banir o coração ou o cupido
dos namorados das vitrines, mas desenvolver nova “roupagem”. E mesmo quem
dispõe de recursos limitados também pode ousar, recorrendo a luzes mais
sofisticadas para enriquecer o visual dos displays de papelão, por exemplo.
“A luz destaca as cores e os produtos. É uma alternativa econômica e
satisfatória”, diz. Corações gigantes de pelúcia, anjos tecnológicos feitos
com elementos de computador e esculpidos em acrílico podem ser uma opção ao
básico. Oliveira Filho diz que mensagens românticas e histórias em
quadrinhos também estão em alta. “O importante é conhecer o perfil do
público e não ter medo de mudar. Os manequins também devem ser mais
contemporâneos, e fazer parte de uma história dentro da decoração, como se
faz nos espetáculos em um teatro.” O Brás e o Bom Retiro, em São Paulo, são
um bom exemplo de criatividade em vitrinismo. O professor do Senac diz que
por se tratar de uma região atacadista, o conceito utilizado na hora de
decorar é diferente. “Esse tipo de lojista não precisa expor muitos produtos
na vitrine para vender em grande quantidade, então, pode brincar mais com a
decoração. Os dois lugares são fantásticos porque se diferenciam dos
shoppings”, finaliza.
Fonte: Diário do Comércio

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Adicionar comentário 27 de Maio de 2008 às 12:40 admin

Aposta de supermercados é o ecológico e saudável

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Produtos ecologicamente corretos, voltados para alimentação fora do lar e
com filosofia saudável, são alguns dos destaques da 24ª edição da Feira
Internacional de Negócios em Supermercados (Apas 2008). Pensando na alta
dessa tendência, os organizadores do evento escolheram o tema
“Sustentabilidade em nome do consumidor” para divulgar a boa prática entre
as empresas. Em 2007, os supermercados registraram R$ 136,3 bilhões em
faturamento, 6% mais do que no ano anterior. De acordo com o presidente da
Associação Paulista de Supermercados (Apas), João Sanzovo Neto, o uso
consciente da água e a reciclagem contribuíram para o resultado positivo,
mas as previsões para 2008 são menos otimistas. A alta de 2,4% na cesta
básica, impulsionada pela inflação das commodities, pode frear o
crescimento. Para ele, a previsão é que “o aumento das vendas nos
supermercados seja de 4,8%”. A farinha de trigo é um dos principais itens em
crise. Segundo a pesquisa “Retrato do varejo”, divulgada ontem pela Apas, o
produto teve alta de 12,3% no ano passado. O gerente regional de vendas da
Rosa Branca, empresa que atua há 60 anos no mercado, Manoel Ribera, afirma
que o cenário atual não alterou as vendas: a companhia fechou 2007 com R$ 1
bilhão de faturamento. “Infelizmente, quem sente no bolso é o consumidor
final. Demanda, nós sempre teremos. Já a oferta, está muito pequena”. A
novidade para este ano é a mistura pronta para pão francês integral. Além do
aumento dos preços, outra preocupação do setor supermercadista é a forte
atuação do chamado “food service”. Segundo o presidente da Apas, o gasto
total com alimentos dentro do lar caiu 11% de 2006 para 2007. Um dos motivos
foi o aumento de renda da população. “Muita gente começou a comprar comida
pronta, por comodidade e falta de tempo. Por isso, precisamos desenvolver o
setor de rotisseria dentro das lojas”. Outra hipótese é baseada na própria
inflação dos alimentos. Para quem mora sozinho, por exemplo, compensa mais
se alimentar fora do que comprar ingredientes para cozinhar. De olho nesse
nicho, a Predilecta firmou parceria com grandes redes de fast food, como
Habib’s e Dunkin’Donuts. Segundo o gerente de marketing, Rogério Byczk, as
vendas de embalagens em grandes quantidades e de sachês de molhos para
lanchonetes crescem 15% todos os meses. “Apostamos também nos produtos de
linha premium, mais sofisticados e com preço mais acessível, do que os
importados. As geléias, por exemplo, têm 60% de concentração de frutas”. O
motivo da crescente procura é a melhoria de renda da população. De acordo
com a Apas, cerca de 2 milhões de famílias migraram das classes D/E para a C
em 2007. Com mais dinheiro em caixa, a preocupação dos consumidores deixou
de ser apenas o preço. O gerente de assuntos governamentais e
sócio-ambientais da Unilever, Jorge Lima, acredita no aumento da venda das
marcas líderes por causa dos projetos sustentáveis. A empresa trouxe para o
evento o novo amaciante de roupas Comfort. Com investimentos de R$ 13
milhões e economia de 79% de água na fórmula, a embalagem é menor, gerando
economia de 58% de plástico por ano. A Apas 2008 reúne empresários de todo o
Brasil, fabricantes e varejistas no Expo Center Norte, em São Paulo, até a
próxima quinta-feira.
Fonte: Diário do Comércio

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Adicionar comentário às 12:20 admin

Alimentação fora do lar preocupa supermercadistas

foto 14 - foto 14
O crescimento da alimentação fora do lar é uma das preocupações da
Associação Paulista de Supermercados (Apas) em relação a fatores que possam
influenciar negativamente o faturamento do setor. A parcela do gasto
domiciliar aplicada na alimentação fora do lar passou para 4,6% em 2007,
ante 4% em 2006, de acordo com pesquisa da LatinPanel, apresentada hoje no
24º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados,
na capital paulista.
Segundo o presidente da associação, João Sanzovo Neto, para minimizar os
efeitos do aumento do consumo de alimentos fora das residências, os
supermercadistas têm que ampliar a oferta de pratos prontos no conjunto de
produtos colocados à venda nas lojas. O executivo ressalta, porém, que a
participação desses gastos poderá até mesmo ser reduzida caso haja um
agravamento do cenário inflacionário no Brasil neste ano e a conseqüente
redução do poder de compra. Para ele, esse movimento está ocorrendo nos
Estados Unidos, devido à crise financeira daquele país.
A pesquisa da LatinPanel apontou que o gasto médio domiciliar com
alimentação fora da residência cresceu 8% entre 2006 e 2007. O consumo de
alimentos dentro do lar, por sua vez, teve queda de 11%, passando a
representar 17,8% dos gastos. Em 2006, respondia por 19% do total. Como
resultado, o gasto com frutas, verduras e legumes caiu 17%, e o relativo a
carnes, aves, ovos e peixe teve redução de 15% na mesma comparação, segundo
a Apas.
A LatinPanel apontou que 11,2% dos consumidores informaram que “sempre”
comem fora de casa, ainda próximo aos 11% registrados em 2006. Mas a parcela
daqueles que comem “de vez em quando” fora da residência aumentou de 25% em
2006 para 30,9% em 2007. A compra de pratos prontos manteve a participação
de 5% na opção “sempre”, porém cresceu de adesão na faixa esporádica, de
16,7% para 18,2%.
Fonte: Agência Estado

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Adicionar comentário 26 de Maio de 2008 às 18:20 admin

Orientada ao varejo, Apple inaugura maior loja nos EUA

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Dentre os vizinhos da loja do centro de Boston está uma revenda da fabricante A Apple avança em direção ao varejo e abre uma mega store emblemática no centro de Boston. Na fachada do prédio que abriga a maior loja da marca nos Estados Unidos não há nomes, apenas o ícone da maçã, que adorna as paredes de vidro e metal.
No dia 15 de maio, fãs da marca fizeram fila para serem os primeiros a
entrar no recinto localizado atrás do muro esquerdo do Fenaway Park, estádio
do Boston Red Sox, clube de beisebol local. Nos três andares, os
consumidores podem comprar diretamente da fabricante Macs, iPhones, iPods.
Cerca de 165 empregados recebem os clientes com sorrisos. A iniciativa
reforça a orientação da fabricante em direção ao mercado de consumo, num
movimento que desencadeou o descontentamento das revendas da companhia há
algumas semanas.
Entre as centenas - talvez milhares de pessoas que se aglomeravam na porta -
alguns ativistas protestavam contra a Apple pelo fim do gerenciamento dos
direitos digitais (do inglês, DRM), tecnologia que restringe o livre acesso
ao conteúdo digital.
O comércio ao entorno do novo varejo da Apple vibra com a possibilidade de
dólares vindos da MacMania. Um restaurante de sushi, duas portas ao lado da
loja, usou a lousa para dar seu recado: “Seja bem-vinda. Estaremos abertos
até às 2h da madrugada”.
Um dos vizinhos que não ficou muito contente com o mega-empreendimento foi
Michael Oh, presidente da Tech Superpowers, revenda de TI que a Apple ainda
chama de parceira. Localizada atrás da loja, o canal viverá um longo período
de intensa concorrência.
Fonte: Web reseller

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Adicionar comentário 23 de Maio de 2008 às 09:00 admin

Código de Barras terá certificado de qualidade

foto 13 - foto 13
Varejo perde, em média, 26% de produtividade em seus check-outs, devido a
problemas na leitura do código de barras. Numa loja com dez caixas, por
exemplo, isso representa 4,6 horas por dia.
Um estudo recente, coordenado pela GS1 Brasil (Associação Brasileira de
Automação – antiga EAN Brasil) junto ao varejo brasileiro, concluiu que
códigos de barras com defeitos, ou fora dos padrões recomendados pela GS1,
geram perda de produtividade de, pelo menos, 26% nos pontos de check-out das
lojas.
A numeração de códigos de barras segue um padrão mundial denominado Sistema
GS1, criado para atender à expansão global da indústria e do comércio. Por
meio desse sistema, as empresas estabelecem uma comunicação padrão com os
parceiros da cadeia de suprimentos. Isto permite a transmissão de
informações para qualquer empresa e mercado, em qualquer parte do mundo.
Trata-se de um sistema compreendido internacionalmente.
Além de fornecer números exclusivos de identificação, o código GS1 também
viabiliza a captura de informações adicionais que constam nos computadores
das lojas, tais como preço, data de validade, número de série e de lote,
dentre outras. O código proporciona, ainda, a total rastreabilidade das
operações, por meio da identificação inequívoca de produtos.
O Sistema GS1 é usado por milhões de empresas no mundo todo, nas áreas de
varejo, saúde, embalagem, transporte, alimentação, têxtil, dentre outras.
Cerca de cinco bilhões de códigos de barras são lidos por dia ao redor do
mundo. O Brasil possui cerca de dois milhões de produtos codificados com
essa ferramenta.
Outro fato preocupante, apontado pelo estudo, é que se o código de barras
não der leitura na primeira passagem, o operador de caixa leva, em média 23
segundos, para resolver o problema. Os resultados indiretos disso são:
aumento das filas nos check-outs e piora no atendimento, gerando
insatisfação dos clientes. Além disso, a necessidade de passar várias vezes
o produto pela leitora aumenta os riscos de um operador desenvolver LER
(Lesão por Esforço Repetido).
Ainda segundo o estudo, cerca de 20% dos consumidores supermercadistas já
ficaram insatisfeitos com códigos de barras de baixa qualidade.
Programa de Certificação de Código de Barras - A fim de corrigir possíveis
erros na impressão dos códigos, minimizando os transtornos ocasionados por
isso, a GS1 Brasil criou o programa de Certificação de Códigos de Barras,
que visa verificar e atestar a qualidade dos códigos aplicados a itens
comerciais e unidades logísticas, com base em requisitos de negócios e em
procedimentos e especificações técnicas internacionais, garantindo, assim,
um melhor desempenho na captura de dados.
A Certificação GS1 Brasil assegura que 100% dos códigos de barras
certificados serão “lidos” com o melhor desempenho na primeira passagem,
elevando assim a eficiência das operações de fabricantes e varejistas e
proporcionando as melhores experiências de compras a seus consumidores.
Recebem a Certificação de Qualidade os códigos de barras aprovados pelo
Laboratório de Verificação de Simbologias da GS1 Brasil. O Certificado
emitido para um código poderá ser apresentado a diferentes parceiros
comerciais, inclusive para fins de exportação e importação.
.. Site www.gs1brasil.org.br ou pelos telefones (11) 3068 6229 (São Paulo) ou
0800-110789 (demais localidades).

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Adicionar comentário 21 de Maio de 2008 às 18:00 admin

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